sábado, 31 de agosto de 2024
CT.424. Aeroporto de Aracajú
O Aeroporto Internacional de Aracaju - Santa Maria (IATA: AJU, ICAO: SBAR) é um aeroporto internacional situado na cidade de Aracaju, no estado de Sergipe, no Brasil.
Ocupa uma área de mais de 5 km2. Diariamente, cerca de 6 mil pessoas circulam pelo terminal. Mais de 900 funcionários trabalham no complexo aeroportuário para atender uma média mensal de 200 mil passageiros. Possui 54 voos diários, 27 voos chegam e 27 voos partem.[4]
Diariamente, o aeroporto possui operações intensas de helicópteros com o intuito de transportar funcionários para as plataformas de petróleo, localizadas no litoral de Sergipe.
Para aprofundar os estudos sobre a história da aviação, o aeroporto possui um espaço cultural, um memorial da aviação civil e um centro de pesquisa com textos, documentos, reproduções em grandes formatos.
Dista 12 km do centro de Aracaju e fica na região sul da cidade a 3,5 km das principais praias e hotéis da capital. Além dos voos regulares diários da LATAM, Gol, Azul e VoePass. A chilena LAN Chile já operou um voo charter para a cidade, com um Airbus A320, a uruguaia PLUNA e a estadunindense American Airlines já trouxeram voos para o aeroporto, também charter, ambas com o Boeing 757, sendo uma das maiores aeronaves a passar por aqui.
Foi confirmada a liberação de mais de R$ 300 milhões em recursos para a construção de um novo terminal de passageiros, ampliação da pista de pouso e decolagem e do novo pátio de estacionamento de aeronaves. As obras só se iniciaram em 2013 com prazo para a conclusão em 2014. .[5][6][7]
No ano de 2014 surge o movimento em torno da alteração da nomenclatura do aeroporto.[8] Visando homenagear o até então governador petista Marcelo Déda, que faleceu em dezembro de 2013 em plena vigência do seu mandato, o ato busca reconhecer um dos maiores reformadores do movimento político da história do estado de Sergipe. Fato este que tem acirrado o ânimo político local[9] com a possibilidade de nomeação do conhecido parlamentar Pedro Valadares que faleceu no mesmo acidente com o até então presidenciável Eduardo Campos[10] em 2014.[11] Mais recentemente outros nomes mais tradicionais e verdadeiramente representativos da cultura local também têm sido mencionados, tais como Silvio Romero e Tobias Barreto. O nome "Santa Maria" é uma referência ao canal fluvial de mesmo nome inaugurado em 1902 que tinha como objetivo interligar os rios Poxim e Vaza-Barris. Esse canal fluvial passa ao fundo do aeroporto, separando-o do complexo Santa Maria.
A partir de 2015 o aeroporto Internacional de Aracaju passa por nova fase de reformas. Nesta etapa, após se finalizar a feitura de mais um gate/portão de desembarque, implementou-se melhorias na instrumentalização no pátio de suporte a aeronaves maiores bem como aumento da capacidade de gerenciamento de aeronaves no pátio, inclusive de taxiways. Ao final de 2015, ações de redução de impostos locais e que causam ônus às companhias aéreas foram implementados, fato este que ocasionou o incremento de 6 novos voos diários aumentando, assim, o fluxo de passageiros na cidade[10] em 2014.[12]
Em contrapartida ao cenário supracitado, no ano de 2016 novas demandas estão sendo analisadas. Novas perspectivas de se estabelecer voos da Voepass Linhas Aéreas e voos internacionais pela TAP Portugal, Air Europa e Gol, entre outras linhas aéreas estão em estudo de viabilidade com o intuito de acelerar a conectividade local com cidades ao redor do globo terrestre. Condizente com o aumento de influência ao fluxo aeroviário na região, foi anunciado que ainda neste vigente ano de 2016 que a companhia GOL saltará sua quantidade de voos para a capital sergipana de 64 para 82 voos semanais, ou seja, um acréscimo instantâneo de 18 voos a mais que o número atual.[13]
História
Sua história tem início no dia 30 de outubro de 1952, com a construção de uma pista de pouso de 1.200 metros de comprimento, porém, a operacionalização só se efetivou em 1958, após a construção da estrada de acesso.
A inauguração Oficial aconteceu no dia 19 de janeiro de 1958, quando um bimotor Convair (CV) 440 Metropolitan da Real, procedente de Recife, trouxe o presidente Juscelino Kubitschek a Aracaju, marcando o início do funcionamento do novo aeroporto.
Três anos depois, em 1961, foi dado início à primeira ampliação da pista de pouso e do terminal de passageiros, sendo inaugurado em 1962. Naquela época, Aracaju contava com um dos mais modernos aeroportos do nordeste. O edifício do terminal passou dos 800m² para 1.200m² e ganhou novas áreas para embarque e desembarque. O saguão foi ampliado, criando novas salas para a DAC e a FAB.
O pátio tinha capacidade para atender todas as aeronaves das empresas aéreas que voavam para a capital (Varig, Panair do Brasil, Consórcio Real, Cruzeiro do Sul, Vasp, Lóide e Sadia), operando com quadrimotores Douglas DC-4 e DC-6.
Em fevereiro de 1975, o Aeroporto de Aracaju foi incorporado à administração da Infraero, sendo aplicados novos investimentos, como a criação do novo terminal de cargas, a implantação da SCI (Seção Contra Incêndio) e aumento da pista em 200m.
Em novembro de 1993, a Infraero inaugurou a ampliação da pista em 500m, passando para os atuais 2.200m. Pouco mais de 3 anos após a reforma da pista, inicia-se a construção de um novo complexo aeroportuário. Com a obra, inaugurada em setembro de 1998, o terminal de passageiros passa a ter 8.000 m², com capacidade para atender a aproximadamente um milhão de passageiros por ano. Foi construída uma área para estacionamento com capacidade para 300 vagas, climatização das salas de embarque e desembarque, elevadores, escadas rolantes, sistema de TV e vigilância e sistemas informativos de voos.
Atualmente há uma necessidade de reforma e ampliação do aeroporto. Aracaju é uma cidade em expansão e o acanhamento do aeroporto não condiz com seu crescimento. Há problemas de vazamento e formação de poças durante a época de chuvas, falta de esteiras, falta de fingers e baixa capacidade do pátio de aeronaves.
Marcador: Transportes
CT.423. Caruarú - Pernambuco
Acenda uma fogueira no seu coração.
São João é na Capital do Forró.
O Maior e Melhor São João do Mundo, o São João de Caruaru, é a maior festa junina do mundo e maior festa regional a céu aberto, sediada no município de Caruaru, em Pernambuco, Brasil. A cidade de Caruaru também é valorizada pelo título de Capital Mundial do Forró, aumentando a importância deste evento. A festa do Nordeste conta com 30 dias intensos de comemorações, se estendendo por todo o mês de junho até julho, atraindo milhares de turistas de todo o Brasil e do exterior. Na Princesinha do Agreste são oferecidos atrativos como quadrilhas juninas, fogos de artifício, fogueira e iguarias tradicionais à base de milho e muito forró.[1]
A história de como começou o São João está diretamente ligada a história de surgimento de Caruaru, já que as festas juninas eram celebradas na época em que Caruaru era apenas uma vila. Segundo o historiador Wamiré, as festas juninas eram festas rurais, celebradas ainda na época da vila e por isso não há registros que especifiquem uma data ou ano que a festa tenha começado.
Nelson Barbalho em seu livro 'Caruaru de vila à cidade', cita os festejos juninos de 1854 e 1856 (ainda na época da Vila) como "muito animados". Há registros, de que em 1920, o governador do Estado transferiu sua residência para Caruaru no período junino, de onde realizou os despachos oficiais.[2]
A partir disso, começam a ser realizados concursos de ruas mais enfeitadas e concursos de quadrilha patrocinados por empresas e rádios locais, com as famosas caravanas de artistas. A ação estimulou o crescimento do São João de Rua e algumas ruas começaram a ficar muito famosas pelas festas como é o caso da Av. Rio de janeiro, 03 de maio, Capitão Zezé, 27 de janeiro e São Roque.[3]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Caruaru-Pátio-de-eventos-palco-2005.jpghttps://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Caruaru-Pátio-de-eventos-palco-2005.jpgPátio do Forró em 2005.
O que era um evento espontâneo e tradicional, começa a ganhar olhares da prefeitura que vê na festa um potencial turístico e de crescimento. Então, a partir da década de 80, a prefeitura começa a fazer os primeiros experimentos de centralizar a festa. Principalmente por perceber que as pessoas da zona rural voltavam à cidade para celebrar o período. "Primeiro, montou-se o 'Circo do Forró', ao lado da Casa de Cultura José Condé, no Parque 18 de Maio. Ele foi remontado depois no Espaço Cultural Tancredo Neves (que estava em construção). Em seguida, o São João passa a ser organizado na Estação Ferroviária e na Avenida Rui Barbosa, até a inauguração do Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga, em 1995", explicou Walmiré.[3]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Marcelo_Calero_conhece_o_São_João_de_Caruaru_(27587017480).jpghttps://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Marcelo_Calero_conhece_o_São_João_de_Caruaru_(27587017480).jpgPátio do Forró atualmente.
A construção do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, começou a ser construído aproximadamente no ano de 1993, sendo inaugurado em 1995. Conhecido como Pátio de Forró. Junto com a inauguração do local, também foi criado a Vila do Forró que ficava localizada em um setor do Pátio de Eventos. A vila foi projetada pelo arquiteto Gilson Lima. No entanto, em 2011, a vila foi demolida, com a justificativa de que daria mais espaço para abrigar mais pessoas durante as festas de São João no Pátio. O Pátio do Forró também abriga o Espaço Cultural Tancredo Neves e os Museus do Forró, do Barro e da Antiga Fábrica de Caroá. Além de ter uma estátua com aproximadamente 5m de altura em homenagem aos 95 anos de nascimento de Luiz Gonzaga, o rei do baião. A estátua foi construída em 2007 e fica localizada na entrada do pátio de eventos que leva o mesmo nome do artista, que fez canções que eternizaram o nome de Caruaru.[4]
Na última edição antes da pandemia (2019), de acordo com a CIMGE, cerca de 3,2 milhões de pessoas passaram pela cidade no São João.[5]
No Polo Maestro Camarão acontecem shows mais intimistas dentro do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, vulgo Pátio do Forró. Principal palco do democrático São João de Caruaru. O famigerado Pátio do Forró possui 44 mil m² e em noites de lotação chega a receber 100 mil pessoas.[6]
Marcador: Eventos
CT.422. BLOCO CARNAVALESCO MURIÇOCAS DO MIRAMAR
Fundado em 1987.
Saí toda quarta-feira que antecede o carnaval.
João Pessoa – PB – 1996
Marcador: Eventos
CT.421. REPRESA DO JAGUARI
Represa do Jaguari – Formada no início da década de 70, com a construção de uma barragem para constrole de nível do Rio Paraíba.
O lago se transformou em uma das principais atrações turísticas dos municípios de Igaratá e Santa Isabel.
Marcador: Logradouro
quarta-feira, 10 de julho de 2024
CT Nº 420 - ALAGOAS
Alagoas é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado no leste da região Nordeste e tem como limites Pernambuco (N e NO), Sergipe (S), Bahia (SO) e o Oceano Atlântico (L). Ocupa uma área de 27 848,140 km², sendo ligeiramente menor que a Albânia. Sua capital é a cidade de Maceió e a sede administrativa é o Palácio República dos Palmares. O atual governador é Paulo Dantas (MDB).
Inicialmente, o território alagoano constituía a parte sul da Capitania de Pernambuco, só vindo a conquistar sua autonomia em 1817, como punição imposta por D. João VI aos pernambucanos pela chamada "Revolução Pernambucana", movimento separatista.[7] Sua ocupação decorreu da expansão para o sul da lavoura de cana-de-açúcar da Capitania de Pernambuco, que necessitava de novas áreas de cultivo. Surgiram, assim, Porto Calvo, Alagoas (atual Marechal Deodoro) e Penedo, núcleos que orientaram, por muito tempo, a colonização e a vida econômica e social da região. A invasão holandesa em Pernambuco estendeu-se a Alagoas em 1631. Os invasores foram expulsos em 1645, depois de intensos combates em Porto Calvo, deixando a economia local totalmente desorganizada. A fuga de escravos negros durante a invasão holandesa criou um sério problema de falta de mão de obra nas plantações de cana. Agrupados em aldeamentos denominados quilombos, os negros só foram dominados completamente no final do século XVII, com a destruição do quilombo mais importante, o de Palmares.
Durante o Império, a Confederação do Equador (1824) movimento separatista e republicano, recebeu o apoio de destacadas figuras alagoanas. Na década de 1840, a vida política local foi marcada pelo conflito entre os lisos, conservadores, e os cabeludos, liberais. No início do século XX, o sertão alagoano viveu a experiência pioneira de Delmiro Gouveia, empresário cearense que instalou, em Pedra (atualmente, Delmiro Gouveia), a fábrica de linhas Estrela, que chegou a produzir 200 mil carretéis diários. Delmiro Gouveia foi assassinado em outubro de 1917 em circunstâncias até hoje não esclarecidas, depois de ser pressionado, segundo consta, a vender sua fábrica a firmas concorrentes estrangeiras. Depois de sua morte, suas máquinas teriam sido destruídas e atiradas na cachoeira de Paulo Afonso.
Penúltimo estado brasileiro em área (mais extenso apenas que Sergipe) e 16º em população, é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar e coco-da-baía do país e tem na agropecuária a base de sua economia. Terra do sururu, marisco das lagoas que serve de alimento à população do litoral, e da água de coco, Alagoas possui também um dos folclores mais ricos do país. O estado possui um dos menores índice de desenvolvimento humano (IDH) e índice de alfabetização do país, embora tenha se destacando cada vez mais para melhoramento dos índices, como é o caso da mortalidade infantil no estado, saindo do último lugar para o décimo sexto em todo o país, devido a políticas voltadas a saúde dos recém-nascidos no interior de Alagoas.
Barra Grande deve ter sido o primeiro ponto do território das Alagoas visitado pelos descobridores europeus, por ocasião da viagem de Américo Vespúcio em 1501.[15] Embora não haja referência àquele porto, excelente para a acolhida de navios, como a expedição vinha do norte para o sul, cabe crer que tenha ocorrido ali o primeiro contato com a terra alagoana. A 29 de setembro, Vespúcio assinalou um rio a que chamou São Miguel, no território percorrido;[16] a 4 de outubro denominou São Francisco o rio então descoberto, hoje limite de Alagoas com Sergipe.[17][18]
Sem sombra de dúvida, nas décadas seguintes, os franceses andaram pela costa alagoana, no tráfico do pau-brasil com os nativos dos arredores. Até hoje, o porto do Francês documenta a presença, ali, daquele povo.[19]
Duarte Coelho, primeiro donatário da capitania de Pernambuco,[16] realizou uma excursão ao sul; não há documentos que a comprove, mas há evidências de que tenha sido realizada em 1545 e de que dela resulte a fundação de Penedo, às margens do rio São Francisco.[20]
Em 1556, voltava da Bahia para Portugal o bispo dom Pero Fernandes Sardinha, quando seu navio naufragou defronte da enseada do hoje pontal do Coruripe. Sardinha foi morto e devorado pelos caetés, uma das numerosas tribos indígenas então existentes na região.[21] Perdura a crença popular de que a ira divina secou e esterilizou todo o chão manchado pelo sangue do religioso. Para vingá-lo, Jerônimo de Albuquerque comandou uma expedição guerreira contra os caetés, destruindo-os quase completamente.[22]
Em 1570, uma segunda bandeira enviada por Duarte Coelho, comandada por Cristóvão Lins, explorou o norte de Alagoas, onde fundou Porto Calvo e cinco engenhos, dos quais subsistem dois, o Buenos Aires e o Escurial.[23] Neste último, repousou, em 1601, o corsário inglês Anthony Knivet, que viajara por terra após fugir da Bahia, onde estivera prisioneiro dos portugueses.[22]
O movimento republicano, intensificado pela abolição, traduziu-se nas atividades da imprensa e clubes de propaganda. O mais importante destes foi o Centro Republicano Federalista, também, de certo, o mais antigo; outros foram o Clube Federal Republicano e o Clube Centro Popular Republicano Maceioense, ambos existentes na capital no momento da proclamação. No interior havia igualmente outros clubes de propaganda. O Gutenberg era o órgão de imprensa mais veemente na difusão da ideia republicana.[18]
No mesmo dia em que no Rio de Janeiro era proclamada a república, em Maceió assumia a presidência o dr. Pedro Ribeiro Moreira, último delegado do governo imperial para a província. Confirmada a mudança do regime, organizou-se a princípio uma junta governativa, mas a 19 de novembro o marechal Deodoro designou o irmão, Pedro Paulino da Fonseca, para governar o novo estado.[18] Foi ele também o primeiro governador eleito após promulgada a constituição estadual, em 12 de junho de 1891.[48]
Perturbados e incertos decorreram os primeiros dez anos de vida republicana, na província. Governos se sucediam, nomeados pelo poder central ou eleitos pelo povo, mas quase sempre substituídos ou depostos. Constituíram-se várias juntas governativas, numa ou noutra oportunidade.[18] Somente no fim do século XIX, ou melhor, já nos primeiros anos do século XX, a situação se consolidou com os governos do barão de Traipu e de Euclides Malta, o primeiro da chamada "oligarquia Malta", que se prolongou até 1912.[25] Euclides governou de 1900 a 1903; sucedeu-lhe o irmão, Joaquim Paulo, no período de 1903 a 1906; Euclides voltou ao poder de 1906 a 1909, e, reelegendo-se nesse ano, permaneceu por mais um triênio, até 1912.[18]
Os 12 primeiros anos do século se assinalaram por lutas partidárias. Contudo, não houve paralisação nas diferentes atividades do estado. Maceió ganhou numerosos prédios públicos, como o palácio do governo, inaugurado a 16 de setembro de 1902, o Teatro Deodoro e o edifício da municipalidade, ainda hoje existentes. Com a atividade pedagógica de Alfredo Rego, procedeu-se à reforma do ensino, atualizando a anterior, ainda dos fins do império, orientada por Manuel Baltasar Pereira Diegues Júnior, criador do Instituto de Professores, posteriormente chamado Pedagogium, iniciativa pioneira na época. Nova remodelação do ensino se fez em 1912-1914, sob a orientação do segundo daqueles educadores. Criou-se o primeiro grupo escolar.[18]
Em 1912, o Partido Democrata conseguiu derrotar a oligarquia Malta depois de enérgica campanha, em que se registraram ferrenhas lutas de rua, inclusive com a morte do poeta Bráulio Cavalcanti, em praça pública, quando participava de um comício democrático. Clodoaldo da Fonseca, governador eleito, embora não fosse alagoano, ligava-se ao estado através da família da Fonseca: era sobrinho de Deodoro e filho de Pedro Paulino e, assim, parente do Marechal Hermes da Fonseca, então presidente da república.[18]
As lutas contra os Malta envolveram igualmente os grupos do culto afro-brasileiro. Xangôs e candomblés, diziam os jornais da oposição, tinham o governador Malta como estimulador.[18][49] Entre papéis de orações, de panos com símbolos desenhados de Ogum, de Ifá, de Exu, foram encontrados retratos dos chefes democratas da oposição. O grupo que apoiava o governador era chamado de Leba, por alusão a uma das figuras do orixá dos xangôs. O que valeu de tudo isso é que o acervo apreendido pela polícia se preservou — peças, objetos, insígnias e símbolos do culto, conservados no museu do Instituto Histórico como uma das coleções mais preciosas do culto afro-brasileiro.[49]
Até 1930, o Partido Democrata manteve a situação, através dos governadores que sucederam a Clodoaldo. Cada um deles deu uma contribuição para o progresso do estado. Abriram-se estradas de rodagem em direção ao norte e ao centro, e posteriormente o trecho de Atalaia e a Palmeira dos Índios, estrada de penetração para a zona sertaneja; construíram-se grupos escolares em quase todos os municípios; Maceió renovou-se com a abertura de ruas e avenidas; combateu-se a criminalidade, principalmente com o movimento contra o banditismo, que culminaria, em 1938, com o extermínio do grupo de Lampião; promoveram-se pesquisas petrolíferas. As sucessões políticas praticamente se fizeram sem luta, pois quase sempre predominava o candidato único, oriundo do Partido Democrata.[49]
Com a vitória da revolução de outubro de 1930, também sem luta armada no estado, iniciou-se o sistema de interventores (com breve interrupção entre 1935 e 1937) até 1947, quando a redemocratização do país propiciou a promulgação de uma nova constituição para o estado. O chamado período das interventorias foi igualmente fecundo, malgrado a falta de continuidade nas administrações, quase sempre de curtos períodos. Nesse período, entre outros fatos marcantes destacaram-se os trabalhos de pesquisa do petróleo;[49] a construção do porto de Maceió, inaugurado em 1940;[50] o incremento das atividades econômicas, sobretudo com a diversificação da produção agrícola e a implantação da indústria leiteira em Jacaré dos Homens, constituindo-se a cooperativa de laticínios para a produção de leite, manteiga e queijo; o incremento do ensino rural e a ampliação do cooperativismo. Tal desenvolvimento possibilitou que, no período da segunda guerra mundial, Alagoas contribuísse, de maneira efetiva, para o abastecimento de estados vizinhos, sem prejuízo de sua colaboração para o esforço de guerra. Constituiu-se, com a criação da usina Caeté, a primeira cooperativa de plantadores de cana.[49]
As atividades intelectuais também se desenvolveram, não apenas com o Instituto Histórico, mas ainda com a criação da Academia Alagoana de Letras, em 1919,[51] e a formação de centros literários de jovens como a Academia dos Dez Unidos, o Cenáculo Alagoano de Letras e o Grêmio Literário Guimarães Passos.[49] Em 1931, fundou-se a Faculdade de Direito,[52] e em 1954 a Faculdade de Ciências Econômicas.[53] Depois essas duas faculdades, e mais as de odontologia, medicina, engenharia e serviço social uniram-se para formar a Universidade Federal de Alagoas.[49]
As lutas políticas estaduais ganharam força na década de 1950. Quando da tentativa de impeachment do governador Muniz Falcão, em 1957, um tiroteio na assembleia legislativa causou a morte do deputado Humberto Mendes, sogro do governador. E em toda a segunda metade do século XX manteve-se a tensão política, enquanto os ganhos oriundos do sal-gema, do açúcar e do petróleo não beneficiavam a população.[49]
Em 1979, o ex-governador Arnon de Melo, então senador, conseguiu do governo militar a nomeação de seu filho Fernando Afonso Collor de Melo, para prefeito de Maceió.[54] Em 1988, um acordo entre Collor, já então governador, e as usinas de açúcar e álcool, principais contribuintes do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços no estado, permitiu que estas reduzissem sua carga tributária.[49] A queda de receita agravou a histórica crise social e econômica do estado e gerou um quadro falimentar que levou o governo federal a uma intervenção não oficial em 1997.[55] Depois de nomeado um novo secretário de Fazenda, o governador Divaldo Suruagy se afastou, cedendo o posto ao vice-governador.[55]
Século XXI
Após o escândalo que levou Renan Calheiros a renunciar à presidência do Senado Federal do Brasil, em 2007,[56] seu filho, Renan Filho (PMDB), foi eleito prefeito de Murici, em outubro de 2008.[57] O prefeito Cícero Almeida (PP), foi reeleito com 81,49% dos votos.[58]
Em setembro de 2008, o presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Antonio Albuquerque (PT do B), foi destituído do cargo.[59] Ele foi o principal suspeito do desvio de R$ 280 milhões do poder legislativo, investigado na Operação Taturana.[60] Catorze deputados foram indiciados.[61] O deputado Fernando Toledo (PSDB) assumiu a presidência da Casa.[62] Em julho de 2009, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, determinou que oito dos 14 deputados retornassem à Assembleia, entre eles Antonio Albuquerque.[63]
Em outubro de 2006, Teotônio Vilela (PSDB) foi eleito governador do estado, sendo reeleito, em outubro de 2010, com 52,74% dos votos, em segundo turno, contra o seu adversário, o candidato Ronaldo Lessa (PDT), que ficou com 47,26%.[64]
Série: Estados Brasileiros
Marcador: Estados Brasileiros
CT Nº 418 - RENDA
A renda, herança do colonizador europeu, é uma prática milenar que exige muita paciência, própria das mulheres que esperam à beira-mar seus maridos navegadores.
Foto: Maurício Albano
Série: Artesanato Cearense
Marcador: Artesato, Utensílios
CT Nº 417 - ILHA DA TRINDADE
De origem vulcânica, está situada a 1.165Km da costa brasileira. É guarnecida por um ponto oceanográfico da Marinha Brasileira.
Trindade e Martim Vaz é um arquipélago brasileiro localizado no Oceano Atlântico, a cerca de 1 200 km a leste da sede do município de Vitória, do qual faz parte,[1] no estado do Espírito Santo. De todas as ilhas desse arquipélago, apenas Trindade é habitada e a única localidade existente na ilha é o Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT), uma guarnição militar mantida pela Marinha do Brasil.
O POIT é o local habitado mais remoto do Brasil, estando situado a 1025 km de distância da localidade mais próxima, que é a guarnição mantida pela Marinha na Ilha Santa Bárbara, no Arquipélago dos Abrolhos. Já as Ilhas Martim Vaz, são conhecidas por serem o ponto extremo leste de todo o território brasileiro, sendo juntamente com o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, um dos dois primeiros locais onde acontecem o nascer e o pôr do sol no Brasil.
O arquipélago é constituído por duas ilhas principais (Trindade e Martim Vaz), separadas por 48 km, que somam uma área total de 10,4 km². As ilhas são consideradas, pelos navegadores, como um imenso paredão no meio do Atlântico.
Ilhas de Martim Vaz
É um conjunto de ilhas formado pela ilha principal (Martim Vaz, com altitude máxima de 175 metros), duas ilhotas íngremes e inacessíveis (a Ilha do Norte, com altitude máxima 65 metros e a Ilha do Sul, com 122 metros de altitude máxima) e vários rochedos menores, como o Rochedo Agulha, espalhados a 48 km a leste de Trindade, perfazendo uma área total de 0,3 km² (30 hectares).
A vegetação é predominantemente rasteira, com a presença de raros arbustos no topo, que são impiedosamente açoitados pelo vento. A fauna é formada apenas por caranguejos, aranhas endêmicas e centenas de aves migratórias.
Como lajes e alto-fundos cercam as ilhas, mostrando um campo minado nem sempre emerso, desconhecido e pouco registrado nas cartas náuticas, a área apresenta altas probabilidades de naufrágio para embarcações desavisadas de qualquer porte. A única maneira segura de desembarque nas ilhas é através de helicóptero, pelo fato de as ilhas serem literalmente verticais mas planas na parte superior, como um chapadão.
Trindade é uma ilha vulcânica na costa do estado do Espírito Santo, Brasil, que, junto com Martim Vaz, forma um arquipélago. Com 9,2 km2 de área, encontra-se a 1167 km de distância do continente.
No reinado de D. Manuel I de Portugal, a ilha de Martim Vaz foi descoberta em 1501 pelo navegador galego João da Nova. No ano seguinte, o navegador português Estêvão da Gama visitou a ilha vizinha e chamou-a Ilha da Trindade.[2] As ilhas permaneceram na posse de Portugal até a independência do Brasil, altura em que passaram a ser brasileiras. Em 1890, o Reino Unido ocupou Trindade, mas os ingleses abandonaram as ilhas em 1896, depois de um acordo entre os dois países, que contou com mediação portuguesa.
Trindade
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:TrindadeMapCruiseOfTheAlerte.jpghttps://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:TrindadeMapCruiseOfTheAlerte.jpgMapa da Ilha da Trindade na obra The Cruise of the Alerte de E. F. Knight.https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Sinking_Cap_Trafalgar.jpghttps://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Sinking_Cap_Trafalgar.jpgBatalha de Trindade, em setembro de 1914
A frota de Estêvão da Gama, a caminho da Índia, na latitude de 20º S, descobriu, a 18 de maio de 1502, uma ilha que denominou de Ilha da Trindade.[3]
Vários foram os visitantes ilustres que lá estiveram, sendo o mais conhecido o astrônomo inglês Edmund Halley, que chegou a tomar posse da ilha em nome da monarquia britânica (1700). Em 1895, mais uma vez, tentaram os ingleses obter a posse dessa estratégica posição no Atlântico Sul, porém os esforços diplomáticos brasileiros, aliados ao apoio da diplomacia portuguesa, reintegraram a posse da Ilha da Trindade ao Brasil. Para afirmar, de uma vez por todas, a soberania brasileira sobre a ilha, foi erigido um marco na data de 24 de janeiro de 1897.
A ilhas Trindade e Martim Vaz se localizam a 1 200 km da costa de Vitória, no centro do Atlântico Sul. O arquipélago é formado por duas ilhas principais (Trindade e Martim Vaz), duas ilhotas íngremes e inacessíveis (a Ilha do Norte e a Ilha do Sul) e vários rochedos menores (como o Rochedo Agulha) espalhados a 48 km a leste de Trindade, perfazendo uma área total de 10,4 km². As ilhas alcançam uma altitude máxima de seiscentos metros acima do nível do mar em Trindade.
As duas grandes ilhas principais compõem a maior parte da área terrestre: Ilha da Trindade (9,2 km²), ao sul e a Ilha Martim Vaz (0,3 km²) ao norte.
As outras ilhas são muito menores e de difícil acesso. Trata-se das ilhotas de Martim Vaz, que são a Ilha do Norte e a Ilha do Sul e rochedos localizados a 48 km a leste da Ilha da Trindade.
Série: Ilhas Oceânicas
Marcador: Praias
CT Nº 416 - GERBERA JAMESONI
Nome Popular: Gérbera Branca
Gerbera jamesonii Bollus ex Hooker F., conhecido popularmente como gérbera e margarida-do-transval, é uma erva da família das compostas. É nativa do sudeste da África do Sul. Suas flores são amarelas ou rosas, reunidas em capítulos. O fruto é um aquênio em forma de agulha.
"Margarida-do-transval" é uma referência à antiga província do Transval, na África do Sul Gerbera e "gérbera" são homenagens ao botânico alemão Traugott Gerber. Jamesonii é uma referência ao primeiro botânico que descreveu a planta: Robert Jameson.
A flor está presente na bandeira e no brasão da província de Mpumalanga, na África do Sul.
Marcador: Plantas
CT Nº 415 - MUSEU PAULISTA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – MUSEU DO IPIRANGA - PINTURA HISTÓRICA: RUA DO ROSÁRIO EM 1958.
Pintura Histórica: Rua do Rosário em 1958.
Série: Museus
Pintor: José Wasth Rodrigues
Marcador: Obra de Arte
CT Nº 414 - RAINHA DA PAZ!
Nossa Senhora de Međugorje, também conhecida como Rainha da Paz, é a invocação dada à aparição da Virgem Maria relatada pela primeira vez a 24 de Junho de 1981 por seis crianças de origem croata da vila de Međugorje, na Bósnia e Herzegovina, à época República Socialista Federativa da Jugoslávia
No dia 24 de Junho de 1981, Mirjana Dragicevic e Ivanka Ivankovic relataram ter recebido uma aparição da Virgem Maria na vila de Međugorje. No dia seguinte, outras quatro crianças (Marija Pavlovic, Jakov Colo, Vicka Ivankovic e Ivan Dragicevic) também relataram ter observado a mesma aparição. Nos anos seguintes, os seis videntes continuaram sempre a relatar aparições da Virgem Maria diariamente, e isto à medida que Međugorje se tornava num famoso local de peregrinação cristã.
Estima-se que dois milhões de pessoas viajem anualmente à vila de Međugorje, em busca do conforto espiritual e das graças de Nossa Senhora, intitulada Rainha da Paz. No Brasil, a fé na Virgem da Bósnia já é compartilhada por cerca de um milhão de fiéis.[1] De Portugal e de Espanha partem também, anualmente, dezenas de peregrinações para prestar devoção a Nossa Senhora de Međugorje.
No início de 2008, o Papa Bento XVI ordenou que o líder espiritual das aparições, o padre franciscano Tomislav Vlasic fosse confinado em um mosteiro da Ligúria, na Itália e proibido de exercer suas funções eclesiásticas até que se concluisse a análise do processo contra ele. Vlasic foi acusado de "manipulação de consciências", heresia, "doutrina dúbia" e imoralidade sexual, crimes que são previstos pelo código canônico. Seis anos depois de sua ordenação sacerdotal, em 1976, ele teria engravidado uma freira chamada Rufina. O padre então a convenceu a ir para a Alemanha, evitando assim o escândalo. Rufina partiu com a promessa do padre de que se juntaria a ela assim que abandonasse o sacerdócio, o que nunca aconteceu. Segundo especialistas do Vaticano, se a Santa Sé colocou sob suspeita a idoneidade do padre Vlasic, estaria também colocando sob suspeita a veracidade das aparições de Međugorje.[1]
Segundo declarações do então porta-voz da Santa Sé Federico Lombardi, o Vaticano manteria uma posição reservada sobre o assunto, não aprovando nem desaprovando as aparições em Medjugorje.[1]
Foto: Carlos Otávio Bezerra
Marcador: Obra de Arte
CT Nº 413 - 5 DE MAIO – DIA NACIONAL DAS COMUNICAÇÕES
17 DE MAIO – DIA MUNDIAL DAS TELECOMUNICAÇÕES
O dia nacional das comunicações é comemorado em 5 de maio, numa homenagem ao nascimento, em 1865, do marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, patrono das comunicações do Brasil. Defensor dos índios, Rondon foi responsável pela criação de linhas telegráficas importantes, integrando regiões do centro-oeste e norte ao sudeste do Brasil.
Rondon viveu na época em que o principal meio de comunicação à distância era o telégrafo elétrico, inventado por Samuel Morse e instalado pela primeira vez no Brasil em 1852. Para que ele funcionasse, postes e fios tinham que ser instalados por milhares de quilômetros.
Em 1876, Graham Bell obteve a patente da invenção do telefone. Em 1877, dom Pedro 2º solicitou a instalação das primeiras linhas telefônicas no Rio de Janeiro. Em 1896 os primeiros sinais radiofônicos foram transmitidos pelo físico italiano Marconi. No Brasil, a primeira transmissão aconteceu em 1922, mas o rádio só foi ao ar comercialmente em 1923.
O Brasil se tornou o primeiro país da América a emitir selos postais, os olhos-de-bois, em 1843. Em 1921 começou o transporte de malas postais por via aérea no país. Na primeira metade do século 20, centrais telefônicas foram instaladas em todo o país. Foram criados o Departamento de Correios e Telégrafos (DCT) e o Correio Aéreo Militar, que deu origem ao Correio Aéreo Nacional.
O sistema de discagem direta à distância (DDD) data de 1958 e, em 1965, foi criada a Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel). Dois anos depois, criou-se Ministério das Comunicações, o que dá uma ideia da dimensão que o setor atingia para o país.
Em 1969 o Departamento de Correios e Telégrafos foi transformado na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). No mesmo ano, o Brasil inaugurou a primeira estação de comunicação com satélites em Itaboraí, RJ. Em 1972 foi criada a Telebrás (Telecomunicações Brasileiras S/A) e os primeiros "orelhões" foram instalados no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Três anos mais tarde, o Brasil se integrou ao sistema de discagem direta internacional (DDI). Nos anos 1980 chegaram ao país os cabos de fibra óptica e, uma década depois, os celulares. Em 1995 foi implantada a internet comercial no Brasil e em 1997 foi criada a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Se fosse vivo, Rondon poderia apreciar sua obra em casa, numa tela de plasma, simplesmente apertando alguns botões. Gastaria para isso apenas alguns minutos, na internet. Em termos históricos, é uma velocidade comparável à da evolução dos meios de comunicação nos últimos 120 anos.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/datas-comemorativas/0505---dia-nacional-das-comunicacoes.htm
Marcador: Eventos
CT Nº 412 - QUEM LÊ, VIAJA
Divulgação do Programa BRASIL EM AÇÃO, do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO.
Cartão com 20 unidades com tiragem de 800.000 CTS.
Sistema TELEBRÁS.
Marcador: Eventos
CT Nº 411 - VI FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS
O Festival de Inverno de Garanhuns é realizado anualmente na cidade de Garanhuns, localizada no Agreste Pernambucano. Espetáculos, apresentações e outras manifestações culturais acontecem em diversos polos (Parque Euclides Dourado, Parque Ruber Van Der Lin Den, Praça Mestre Dominguinhos, Praça Souto Filho (Praça da Palavra[1]), Colunata (Palco da Cultura Popular), e outros). Trata-se de um evento cultural que mistura diversas linguagens e estilos musicais – Rock, MPB, Blues, Jazz, Forró, Música instrumental, Sertanejo, Brega, erudita e outros estilos musicais. Destaque também para teatro, literatura, cinema, circo, gastronomia e fotografia.
A cada ano o festival atrai milhares de pessoas de todo o País. Além dos shows, oficinas culturais, exposições de arte, apresentações circenses e outras manifestações culturais, o festival exibe filmes de todos os gêneros.
Devido à Pandemia de COVID-19 o festival não foi realizado no ano de 2020.[2]
Em 29 de março de 2022 foi anunciado que a abertura das inscrições para participar da 30° edição do festival estavam abertas. No dia 23 de junho de 2022 o prefeito de Garanhuns Sivaldo Albino, anunciou que o evento irá ocorre do dia 15 a 31 de julho, totalizando 17 dias. Tornando-se o maior festival da história do município.[3]
Dentre os 800 artistas que irão se apresentar no festival de inverno de Garanhuns 2022, estão: A cantora Adriana Calcanhotto, o rapper Filipe Ret, o grupo internacional de jazz escalandrum, a dupla AnaVitória, os cantores Nando Reis, Titãs, Xamã[4] e Baco Exu do Blues compõe a programação do 30° FIG.[
A 30ª edição do Festival, realizada no Agreste pernambucano, desde 15 de julho, foi marcada pelo resultado econômico significativo para o Estado. A programação cultural do FIG 2022, que contou com um dos maiores públicos do festival, gerou uma receita turística total de R$ 24 milhões, sendo destes, R$ 16 milhões resultante de gastos dos turistas e R$ 8 milhões de gastos aplicados a excursões, de acordo com um levantamento realizado pela Unidade de Pesquisa da Secretaria de Turismo e Lazer e a Empetur.[6] O público do FIG contou com renovação. Aproximadamente 40% dos visitantes estiveram pela primeira vez no evento.[6] A Pesquisa do Perfil dos Visitantes e o Perfil Socioeconômico do FIG foi realizada nos dois primeiros finais de semana do evento, nos dias 15 a 17 e 22 a 24 de julho.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
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