domingo, 31 de janeiro de 2021

CT Nº 045 - MUSEU PAULISTA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (MUSEU DO IPIRANGA)


Pintura Histórica: "Carga de Monções" de Oscar Pereira da Silva
Museu Paulista da Universidade de São Paulo, também conhecido como Museu do Ipiranga ou Museu Paulista, é o museu público mais antigo da cidade de São Paulo, cuja sede é um monumento-edifício que faz parte do conjunto arquitetônico do Parque da Independência.[3] É o mais importante museu da Universidade de São Paulo e um dos mais visitados da capital paulista.[4]
O museu foi inaugurado oficialmente em 7 de setembro de 1895 com o nome Museu de História Natural.[5] Este importante símbolo da Independência do Brasil está vinculado à Universidade de São Paulo desde 1963, como uma instituição científica, cultural e educacional que exerce pesquisa, ensino e extensão com atuação no campo da História.
É responsável por um grande acervo de objetos, mobiliário e obras de arte com relevância histórica, especialmente aquelas que possuem alguma relação com a independência do Brasil e o período histórico correspondente. Uma das obras mais conhecidas de seu acervo é o quadro "Independência ou Morte", pintado pelo artista Pedro Américo, em 1888, recebendo em média 350 mil visitas anuais.[6] Além de exposições, as atividades do Museu do Ipiranga se estendem por meio de programas educativos, como cursos e pesquisas científicas que fazem uso dos recursos humanos e do acervo permanente da instituição. A ampliação de coleções se faz por meio de doações ou aquisições e parte importante das atividades desenvolvidas no museu envolve a conservação física, estudo e documentação do acervo.
Em 1922, no período do Centenário da Independência, formaram-se novos acervos, principalmente abrangendo assuntos da História de São Paulo, e executaram a decoração interna do edifício, contando com pinturas e esculturas no Saguão, na Escadaria e no Salão Nobre que apresentassem a História do Brasil, para assim reforçar a instituição como um símbolo histórico brasileiro. Foi nesta época que se instalou o Museu Republicano “Convenção de Itu”, uma extensão do Museu Paulista no interior do Estado de São Paulo. Desde agosto de 2013, o museu está fechado ao público "para obras, restauros e reparos" após um estudo apontar que a estrutura do prédio estava abalada. A previsão de reabertura é para o ano de 2022, como parte das comemorações do bicentenário da Independência.[7]
Fonte:https://pt.wikipedia.org/
Série: Museus
Cinco cartões.

CT Nº 044 - MUSEU CASTRO MAYA


MARINHA - Tela em óleo/ Autor José Gianinni Pancetti
Os Museus Castro Maya são dois museus brasileiros localizados na cidade do Rio de Janeiro – o Museu do Açude, no Alto da Boa Vista, junto à Floresta da Tijuca, e o Museu da Chácara do Céu, no bairro de Santa Teresa. São museus públicos federais, subordinados ao Instituto Brasileiro de Museus,[1] e têm por objetivo preservar, pesquisar e divulgar a coleção de arte do empresário brasileiro Raymundo Ottoni de Castro Maya.
Os Museus Castro Maya são sucessores da Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya, organização privada sem fins lucrativos criada em 1963 por Castro Maya para perpetuar sua coleção e promover atividades culturais. Em 1983, ameaçada por uma séria crise financeira, a fundação foi extinta, e todos os seus bens foram incorporados ao patrimônio da União, visando assegurar a integridade da coleção.[2]
Os Museus Castro Maya conservam um acervo amplo e diversificado, composto por mais de 22.000 peças, a maior parte adquirida por Castro Maya entre as décadas de 1920 e 1960, e outras herdadas de seu pai, amealhadas desde o fim do século XIX. O acervo contempla amplos conjuntos de arte brasileira e brasiliana, do século XVI em diante (destacando-se as maiores coleções públicas de obras de Jean-Baptiste Debret e Cândido Portinari), arte européia dos séculos XIX e XX (incluindo um vasto núcleo de azulejaria e louça do Porto), artes aplicadas e arte oriental, além da biblioteca.[3] Os museus mantêm agendas fixas de atividades culturais e educativas e contam com a participação da sociedade civil por meio de uma associação de amigos.
Fonte:https://pt.wikipedia.org/
Série: Museus

CT Nº 043 - SERRA DAS GALÉS - PARAÚNA - GO


O Decreto 5.568, de 18 de março de 2002 estabeleceu a criação do Parque Estadual de Paraúna, onde estão localizadas as Serras das Galés, no município de Paraúna, Estado de Goiás, região centro-oeste do Brasil.
O parque está situado na região noroeste do estado, entre as coordenadas geográficas 16º56' a 17º02' de latitude sul e 50º36' a 50º 42' a oeste de Greenwich, em altitudes que variam de 690 a 890 metros, com uma área aproximada de 3.250 hectares.
Fonte:https://pt.wikipedia.org/
Série: Parques Nacionais
Dois cartões.

CT Nº 041 - MUSEU DA REPÚBLICA RIO DE JANEIRO-RJ


A Pátria - Tela em óleo/ Autor Pedro Bruno
Esta romântica pintura de Pedro Bruno (1888 – 1949) é denominada “A Pátria” e retrata a confecção da primeira Bandeira Republicana do Brasil; a obra, bastante divulgada nos livros didáticos de História do Brasil, foi pintada em 1919 e faz parte do acervo do Museu da República, situado no Rio de Janeiro: a cena acontece no interior de uma residência, no final do Século XIX, em tempos pré-industriais, e as mulheres, portas adentro, bordam e costuram o nosso maior símbolo pátrio; uma delas amamenta um bebê (representação da República que nasce). Na parede, ao fundo, meio a demais detalhes, está o retrato de Deodoro; Tiradentes está representado num quadro afixado na parede com o seu derradeiro momento (de camisolão e com a forca ao lado); sobre a mesa a imagem da Imaculada Conceição e crianças estão no meio do ateliê. Com a cabeça num travesseiro, um menino brinca com a estrela; outra menina, ternamente agarra-se à bandeira em construção e, discretamente, no canto esquerdo, há um homem idoso, quase que imperceptível na sombra, representando o passado monárquico a ser esquecido; tradicionalmente essa figura é interpretada como sendo a família de Benjamin Constant, que, num quadro postado sobre mesa, está com fardamento da época da Guerra do Paraguai.Fonte: www.patriamineira.com.br
Série: Museus

CT Nº 042 - MUSEU HISTÓRICO NACIONAL RIO DE JANEIRO-RJ


PÁTIO DOS CANHÕES
Os prédios que hoje formam o conjunto arquitetônico do Museu Histórico Nacional (MHN) foram construídos ao longo dos séculos e, dentre as suas variadas funções, sempre tiveram uma ligação com a defesa da cidade e do país.
Em 1922, o Arsenal foi transferido e os prédios que o compunham reformados para funcionar como um dos pavilhões da Exposição Comemorativa do Centenário da Independência, o Pátio das Coroas, como era conhecido, também passou por reformas e recebeu o chafariz que até hoje permanece em seu interior.
O MHN fundado no governo Epitácio Pessoa, em 1922, por isso a denominação foi posteriormente substituída para Pátio Epitácio Pessoa. Desde este momento, a área passou a fazer parte do circuito de exposições e o nome Pátio dos Canhões surgiu quando em 1940, parte da coleção de armas do museu foi transferida para esse espaço.
No início da década de 1990, os canhões expostos no Pátio Epitácio Pessoa, receberam legendas em escrita "Braille". Isso, transformou este local na primeira exposição permanente, no Brasil, identificada para deficientes visuais.Fonte: https://www.facebook.com/museuhistoriconacional
Série: Museus