segunda-feira, 31 de maio de 2021

CT Nº 065 - MUSEU HISTÓRICO NACIONAL – RIO DE JANEIRO -RJ


NO TEMPO DAS CARRUAGENS - “TRAQUITANDA”
Bastante popular no início do século XIX, passou a ser conhecida no Brasil
como “traquitanda”, ou seja, “coisa mal feita”, em virtude da rusticidade de seu sistema
de molejo e do seu caráter extremamente simples.
Série: Museus
Dois Cartões

CT Nº 062 – PETÚNIA


Fotógrafo: Reginaldo de Castro
Petúnia é um género botânico pertencente à família Solanaceae. A etimologia do nome do gênero botânico 'Petunia remete ao termo tupi-guarani grafado petum ou betum.[1] [2] É originária de locais tropicais e sub-tropicais da América do Sul.
A maioria das petúnias que se encontram em jardins são híbridas. As petúnias são herbáceas anuais (Petunia x hybrida) e atingem 15 a 30 cm de altura. A planta prefere estar exposta ao Sol. Floresce na primavera e verão e podem apresentar-se nas cores: vermelha, azul, rosa, laranja, salmão, púrpura e branca.
Seu principal pigmento é uma antocianida denominada petunidina, que tem seu nome derivado da palavra Petúnia, sendo um corante presente em algumas outras flores e frutas.
Petúnia pode ser um nome próprio de menina. Apesar de existirem muitos livros, revistas e listas de nomes próprios publicados no Brasil indicando que o significado do nome Petúnia em tupi e ou em guarani seria "flor vermelha", múltiplas fontes históricas oferecem explicações que levam ao conceito de "tabaco"
Fonte: pt.wikipedia.org
Série: Flores

CT Nº 064 - MUSEU CASTRO MAYA


SEM TÍTULO – Tela Água forte e Água Tinta de Fayga Ostrawer
Os Museus Castro Maya são dois museus brasileiros localizados na cidade do Rio de Janeiro – o Museu do Açude, no Alto da Boa Vista, junto à Floresta da Tijuca, e o Museu da Chácara do Céu, no bairro de Santa Teresa. São museus públicos federais, subordinados ao Instituto Brasileiro de Museus,[1] e têm por objetivo preservar, pesquisar e divulgar a coleção de arte do empresário brasileiro Raymundo Ottoni de Castro Maya.
Os Museus Castro Maya são sucessores da Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya, organização privada sem fins lucrativos criada em 1963 por Castro Maya para perpetuar sua coleção e promover atividades culturais. Em 1983, ameaçada por uma séria crise financeira, a fundação foi extinta, e todos os seus bens foram incorporados ao patrimônio da União, visando assegurar a integridade da coleção.[2]
Os Museus Castro Maya conservam um acervo amplo e diversificado, composto por mais de 22.000 peças, a maior parte adquirida por Castro Maya entre as décadas de 1920 e 1960, e outras herdadas de seu pai, amealhadas desde o fim do século XIX. O acervo contempla amplos conjuntos de arte brasileira e brasiliana, do século XVI em diante (destacando-se as maiores coleções públicas de obras de Jean-Baptiste Debret e Cândido Portinari), arte européia dos séculos XIX e XX (incluindo um vasto núcleo de azulejaria e louça do Porto), artes aplicadas e arte oriental, além da biblioteca.[3] Os museus mantêm agendas fixas de atividades culturais e educativas e contam com a participação da sociedade civil por meio de uma associação de amigos.
Fonte:https://pt.wikipedia.org/
Série: Museus
Quatro cartões

CT Nº 063 – MUSEU DA REPÚBLICA


Rio de Janeiro – RJ
Aposento do Presidente Getúlio Vargas
Série: Museus
Três cartões

CT Nº 061 - MUSEU DA REPÚBLICA RIO DE JANEIRO-RJ


Fachada do Palácio do Catete
Sede da Presidência da República de 1987 à 1960
Série: Museus