sábado, 30 de novembro de 2024
CT Nº 440 - PAZ E AMOR, BICHO
Quem bate em Orelhão não bate muito bem.
TELERON
Como fazer suas chamadas de longa distância.
Marcador: Utensílios.
CT Nº 439 - ESTAÇÃO DE SÃO LEOPOLDO – RS
Primeira Estação Ferroviária do Rio Grande do Sul.
Totalmente pré-fabricada em madeira, foi importada da Inglaterra e entrou em operação em 1874.
Atualmente abriga o Museu do Trem.
FONTE: Rede Ferroviária Federal/PRESERFE.
Série: Estações Brasileiras
Marcador: Edificações
CT Nº 437 - ALCÂNTARA – MARANHÃO
Cidade-Monumento, tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, representante expressiva da arquitetura Portuguesa na América Latina.
Marcador: Municípios Brasileiros.
CT Nº 436 - PÃO DE AÇUCAR
Pão de Açucar visto pelo Aterro do Flamengo – TELERJ.
Monumento Natural dos Morros do Pão de Açúcar e da Urca é um complexo de morros localizado no bairro da Urca, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É composto pelo Morro do Pão de Açúcar (que dá nome ao complexo) e pelo Morro da Urca. Junto com a estátua do Cristo Redentor, é o maior cartão-postal da cidade do Rio de Janeiro e um dos mais famosos do Brasil. Pelas características únicas, margeado pelas águas da baía de Guanabara, constitui-se em uma referência turística internacional para a cidade.
Possui, como atração complementar, o passeio de teleférico, interligando a Praia Vermelha, o Morro da Urca e o Morro do Pão de Açúcar. Conhecido como Bondinho do Pão de Açúcar, o teleférico foi idealizado em 1908 e inaugurado em 1912, tornando-se o primeiro teleférico instalado no país e o terceiro do mundo. Nesses mais de cem anos de existência, já transportou mais de quarenta milhões de pessoas. Na última estação do bondinho, tem-se a vista panorâmica das cidades do Rio de Janeiro e de Niterói.
O Pão de Açúcar e o Monumento Natural da Colina da Urca têm uma área de 91,5 hectares.[1] Entre as atrações da área, além do bondinho, estão a pista Cláudio Coutinho para corrida ou caminhada, a trilha do Morro da Urca com vista para Corcovado, Copacabana, Botafogo e Baía de Guanabara e muitas rotas de escalada.[2]
A cidade do Rio de Janeiro foi fundada perto do Pão de Açúcar, então uma ilha, em 1º de março de 1565. O local foi escolhido para guardar a entrada da Baía de Guanabara e a montanha era importante como ponto de sinalização. Um aterro ligou a ilha ao continente em 1697 e vários edifícios foram erguidos para defender o território, mas o bairro urbano da Urca só foi construído 300 anos após a fundação da cidade.[4]
O Monumento Natural Pão de Açúcar e Morro da Urca foi criado pelo município do Rio de Janeiro por decreto municipal 26.578, de 1 de junho de 2006. Os objetivos são garantir espaços verdes para lazer em uma área natural e conservar, proteger e recuperar a Mata Atlântica existente e a paisagem[1] O conselho consultivo é presidido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que administra o monumento.[5] O monumento natural faz parte do Mosaico Carioca, criado em 2011.[6] O monumento tornou-se parte de um Patrimônio Mundial declarado pela UNESCO em 2012.[2] O plano de gerenciamento foi publicado em outubro de 2013.[7]
O Morro do Pão de Açúcar, que dá nome ao complexo de morros, situa-se ao lado do Morro da Urca e possui 396 metros de altitude. O acesso ao topo do morro é dado exclusivamente pelo Bondinho do Pão de Açúcar. Entretanto, os praticantes de montanhismo podem realizar escalada na face do morro. Junto com o Morro da Urca, há mais de 150 vias de escalada.[9] Em seu cume, situam-se uma estação do Bondinho do Pão de Açúcar, uma lanchonete e algumas lojas.[10]
O morro constituído por um bloco único de gnaisse-granito com mais de seiscentos milhões de anos de idade, que surgiu da separação entre os continentes sul-americano e o africano e que sofreu alterações por pressão e temperatura. É rico em espécies de plantas rupícolas, estando presentes, em suas diversas faces, espécies endêmicas de bromélias e orquídeas. A face sul é especialmente rica, praticamente toda tomada por um "tapete vegetal", contrastando enormemente com a face norte, que apresenta pouca vegetação em suas vertentes. É circundado por um resquício de Mata Atlântica. O seu nome é explicado por alguns autores pela semelhança aos blocos cônicos formados pelo açúcar na fase da purga em sua fabricação, à época colonial.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
Série: Lugares do Rio.
Marcador: Logradouro
quinta-feira, 31 de outubro de 2024
CT Nº 435 - AÇUCENA
Lírio rosa-avermelhado, flores eretas encontradas naturalmente nas serras do Nordeste.
Forto: Maurício Albano.
Marcador: Flores
CT Nº 434 - 5 DE MAIO – DIA NACIONAL DAS COMUNICAÇÕES
O dia nacional das comunicações é comemorado em 5 de maio, numa homenagem ao nascimento, em 1865, do marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, patrono das comunicações do Brasil. Defensor dos índios, Rondon foi responsável pela criação de linhas telegráficas importantes, integrando regiões do centro-oeste e norte ao sudeste do Brasil.
Rondon viveu na época em que o principal meio de comunicação à distância era o telégrafo elétrico, inventado por Samuel Morse e instalado pela primeira vez no Brasil em 1852. Para que ele funcionasse, postes e fios tinham que ser instalados por milhares de quilômetros.
Em 1876, Graham Bell obteve a patente da invenção do telefone. Em 1877, dom Pedro 2º solicitou a instalação das primeiras linhas telefônicas no Rio de Janeiro. Em 1896 os primeiros sinais radiofônicos foram transmitidos pelo físico italiano Marconi. No Brasil, a primeira transmissão aconteceu em 1922, mas o rádio só foi ao ar comercialmente em 1923.
O Brasil se tornou o primeiro país da América a emitir selos postais, os olhos-de-bois, em 1843. Em 1921 começou o transporte de malas postais por via aérea no país. Na primeira metade do século 20, centrais telefônicas foram instaladas em todo o país. Foram criados o Departamento de Correios e Telégrafos (DCT) e o Correio Aéreo Militar, que deu origem ao Correio Aéreo Nacional.
O sistema de discagem direta à distância (DDD) data de 1958 e, em 1965, foi criada a Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel). Dois anos depois, criou-se Ministério das Comunicações, o que dá uma ideia da dimensão que o setor atingia para o país.
Em 1969 o Departamento de Correios e Telégrafos foi transformado na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). No mesmo ano, o Brasil inaugurou a primeira estação de comunicação com satélites em Itaboraí, RJ. Em 1972 foi criada a Telebrás (Telecomunicações Brasileiras S/A) e os primeiros "orelhões" foram instalados no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Três anos mais tarde, o Brasil se integrou ao sistema de discagem direta internacional (DDI). Nos anos 1980 chegaram ao país os cabos de fibra óptica e, uma década depois, os celulares. Em 1995 foi implantada a internet comercial no Brasil e em 1997 foi criada a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Se fosse vivo, Rondon poderia apreciar sua obra em casa, numa tela de plasma, simplesmente apertando alguns botões. Gastaria para isso apenas alguns minutos, na internet. Em termos históricos, é uma velocidade comparável à da evolução dos meios de comunicação nos últimos 120 anos.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/datas-comemorativas/0505---dia-nacional-das-comunicacoes.htm
Marcador: Eventos
CT Nº 433 - TELECEARÁ AGORA TAMBÉM É TELEMAR
A Teleceará e mais 15 companhias telefônicas estaduais agora atendem pelo mesmo nome. E vão atender melhor. Agora, elas são a Telemar. A marca de um Brasil competitivo e unificado para aumentar a sua capacidade de investimento e oferecer a você serviços de telecomunicações cada ve mais ágeis, modernos e diferenciados.
Marcador: Órgãos Estatais.
CT Nº 432 - BRASIL - MEDALHA DE OURO NOS JOGOS OLÍMPICOS
A lista abaixo é uma lista de medalhas brasileiras nos Jogos Olímpicos. Em 23 participações nos Jogos Olímpicos de Verão, atletas enviados pelo Comitê Olímpico Brasileiro conquistaram um total de 150 medalhas (37 de ouro, 42 de prata e 71 de bronze). Com 24 medalhas, o judô e o voleibol (11 na quadra e 13 na praia) são os esportes que mais medalhas deram para o Brasil, seguido pela vela e pelo atletismo, com 19 medalhas cada. A vela e o voleibol (quadra e praia) são os esportes com mais medalhas de ouro, num total de oito cada um.[1] O país também já participou de oito edições dos Jogos Olímpicos de Inverno, sem conquistar nenhuma medalha.
O Brasil tem 15 bicampeões olímpicos: Adhemar Ferreira da Silva (atletismo), Torben Grael, Marcelo Ferreira, Robert Scheidt, Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Maurício Lima, Giovane Gávio e Sérgio Dutra (voleibol masculino),[2] Fabi Oliveira, Jaqueline Carvalho, Fabiana Claudino, Paula Pequeno, Thaísa Menezes e Sheilla Castro (voleibol feminino).[3] Não-oficialmente, por não receber medalhas, há um brasileiro tricampeão olímpico, o técnico de voleibol José Roberto Guimarães, que liderou ao ouro a equipe masculina em Barcelona 1992 e a equipe feminina em Pequim 2008 e Londres 2012.[4]
O canoísta Isaquias Queiroz é o único brasileiro a ganhar três medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos, feito que conquistou durante a Rio 2016.[5] A skatista Rayssa Leal é a mais jovem atleta brasileira medalhista em Olimpíadas, feito conseguido aos 13 anos e sete meses de idade em Tóquio 2020.[6] Já o atleta mais velho medalhado é Torben Grael[7], medalhista aos 44 anos, em Atenas 2004. Entre as mulheres, esse recorde pertence à jogadora de volei Carol Gattaz, que conquistou uma medalha aos 40 anos em Tóquio 2020.[7]
Além das medalhas olímpicas tradicionais, um brasileiro também recebeu a Medalha Pierre de Coubertin, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, honraria de exceção outorgada pelo Comitê Olímpico Internacional.[8]
Há ainda os medalhistas em esportes de demonstração, ou esportes de exibição, em que seus resultados não são computados pelo COI para o quadro geral de medalhas, porém os atletas que vão ao pódio são agraciados com medalhas de modelo idêntico ao da edição, porém em tamanho reduzido, com 3/4 das dimensões das medalhas oficiais. É o caso do tênis nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, com a brasileira Suzana Petersen que competiu nas duplas com a equatoriana María Eugenia Guzmán e com o soviético Teimuraz Kakulia, conquistando três medalhas de bronze ao terminar na terceira posição nas três modalidades (simples, duplas femininas e duplas mistas)[9] e do voleibol de praia nos Jogos Olímpicos de Verão de 1992,[10] com as duplas brasileiras do masculino Eduardo Garrido e Roberto Moreira, conseguindo a medalha de prata[11] e André Lima e Guilherme Marques a de bronze. No feminino, a dupla Roseliana Santos e Roseli Ana Timm terminou com a medalha de bronze.
Marcador: Eventos
CT Nº 431 - BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL
Brasília: É a capital federal do Brasil e a sede de governo do Distrito Federal. A capital está localizada na região Centro-Oeste do país, ao longo da região geográfica conhecida como Planalto Central. Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2021, sua população era de 3 094 325 habitantes (4 284 676 em sua área metropolitana), sendo, então, a terceira cidade mais populosa do país. Brasília é também a quinta concentração urbana mais populosa do Brasil. A capital brasileira é a maior cidade do mundo construída no século XX.
A cidade possui o maior produto interno bruto per capita em relação às capitais,[12] o quarto maior entre as principais cidades da América Latina e cerca de três vezes maior que a renda média brasileira.[13] Como capital nacional, Brasília abriga a sede dos três poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário) e 127 embaixadas estrangeiras.[14] A política de planejamento da cidade, como a localização de prédios residenciais em grandes áreas urbanas, a construção de enormes avenidas que atravessam a cidade e a sua divisão em setores, tem provocado debates sobre o estilo de vida nas grandes cidades no século XX. O projeto da cidade a divide em blocos numerados, além de setores para atividades pré-determinadas, como o Setor Hoteleiro, Bancário ou de Embaixadas.
O plano urbanístico original da capital, conhecido como "Plano Piloto" (nome que seria dado a região administrativa onde fica localizada), foi elaborado pelo urbanista e arquiteto Lúcio Costa, que, aproveitando o relevo da região, adequou-o ao projeto do lago Paranoá, concebido em 1893 pela Missão Cruls. A cidade começou a ser planejada e desenvolvida em 1956 por Lúcio Costa, pelo também arquiteto Oscar Niemeyer e pelo engenheiro estrutural Joaquim Cardozo. Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek, Brasília tornou-se formalmente a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro. Vista de cima, a principal área da cidade é descrita frequentemente como tendo o formato de um avião, mas a proposta inicial de Lúcio Costa era de que se assemelhasse ao sinal da cruz, e um dos eixos foi depois arqueado para se adaptar ao relevo da região.
A cidade tem um estatuto único no Brasil, já que é uma divisão administrativa distinta de um município legal, como outras cidades brasileiras, semelhante ao que acontece com Washington, D.C., nos Estados Unidos, e com Camberra, na Austrália. A cidade, comumente referida como "Capital Federal" ou "BSB", é considerada um Patrimônio Mundial pela UNESCO, desde 7 de dezembro de 1987,[21] devido ao seu conjunto arquitetônico e urbanístico[22] e possui a maior área tombada do mundo, com 112,5 quilômetros quadrados.
Em 1954, o marechal José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque foi convidado pelo presidente Café Filho para ocupar a presidência da Comissão de Localização da Nova Capital Federal, encarregada de examinar as condições gerais de instalação da cidade a ser construída. Em seguida, Café Filho homologou a escolha do sítio da nova capital e delimitou a área do futuro Distrito Federal, determinando que a comissão encaminhasse o estudo de todos os problemas relacionados à mudança. A Comissão de Planejamento e Localização da Nova Capital, sob a Presidência de José Pessoa, foi a responsável pela exata escolha do local onde hoje se ergue Brasília.
A idealização do plano-piloto também foi obra da mesma comissão que, em robusto relatório, redigido pelo Marechal José Pessoa, de título "Nova Metrópole do Brasil" e entregue ao Presidente Café Filho, detalhando os pormenores do arrojado planejamento que se realizou.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Brasilia_-_Plan.JPGhttps://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Brasilia_-_Plan.JPGPlano Piloto de Brasília, projetado pelo urbanista Lúcio Costa.
O marechal José Pessoa não imaginou o nome da capital como Brasília, mas sim Vera Cruz, de modo a caracterizar o sentimento de um povo que nasceu sob o signo da Cruz de Cristo e estabelecendo ligação com o primeiro nome dado pelos descobridores portugueses. O plano elaborado respeitava uma determinada interpretação da história e não descaracterizava as tradições brasileiras. Grandes avenidas chamar-se-iam "Independência", "Bandeirantes", etc., diferentes, portanto, das atuais siglas alfanuméricas de Brasília, como W3, SQS, SCS, SMU e outras.
Por discordâncias com o presidente Juscelino Kubitschek, o marechal José Pessoa abandonou a presidência da comissão, tendo sido sucedido pelo coronel do exército Ernesto Silva, que era o secretário da comissão. Ernesto Silva, que também era médico, foi nomeado na sequência presidente da Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal (1956) e Diretor da Companhia Urbanizadora da Nova Capital – Novacap (1956/61), tendo assinado o Edital do Concurso do Plano Piloto, em 1956, publicado no Diário Oficial da União no dia 30 de setembro de 1956.
No ano de 1955, durante um comício na cidade goiana de Jataí, o então candidato à presidência, Juscelino Kubitschek, foi questionado por um eleitor se respeitaria a constituição, interiorizando a capital federal, ao que Juscelino afirmou que transferiria a capital. Eleito, Juscelino estabeleceu a construção de Brasília como "meta-síntese" de seu "Plano de Metas".
O traçado de ruas de Brasília obedece ao plano piloto implantado pela empresa Novacap a partir de um anteprojeto do arquiteto Lúcio Costa, escolhido através de concurso público nacional. O arquiteto Oscar Niemeyer e o engenheiro estrutural Joaquim Cardozo projetaram os principais prédios públicos da cidade.[16] Para fazer a transferência simbólica da capital do Rio para Brasília, Juscelino fechou solenemente os portões do Palácio do Catete, então transformado em Museu da República, às 9 da manhã do dia 21 de abril de 1960, ao que a multidão reagiu com aplausos. A cidade de Brasília foi inaugurada no mesmo dia e mês em que ocorreu a execução de Joaquim José da Silva Xavier, líder da Inconfidência Mineira, e a fundação de Roma.
O princípio básico das estratégias políticas de Juscelino Kubitschek, segundo o próprio, era apropriado do moralista francês Joseph Joubert, para quem "não devemos cortar o nó que podemos desatar". Com base nessa máxima, Kubitschek viabilizou a construção de Brasília, oferecendo várias benesses à oposição, criando fatos consumados e queimando etapas. Apesar de a cidade ter sido construída em tempo recorde, a transferência efetiva da infraestrutura governamental só ocorreu durante os governos militares, já na década de 1970. Todavia, ainda no século XXI, muitos órgãos do governo federal brasileiro continuam sediados na cidade do Rio de Janeiro.[47] O efeito provocado pelo modernismo da cidade recém-construída foi resumido pela declaração do cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem a viajar para o espaço, ao visitá-la em 1961: "Tenho a impressão de que estou desembarcando num planeta diferente, não na Terra".
Alguns dos fatores que mais influenciaram a transferência da capital foram a segurança nacional, pois acreditava-se que, com a capital no litoral, ela estava vulnerável a ataques estrangeiros (argumento militar-estratégico que teve como precursor Hipólito José da Costa), e uma interiorização do povoamento e do desenvolvimento e integração nacional, já que, devido a fatores econômicos e históricos, a população brasileira concentrou-se na faixa litorânea, ficando o interior do país pouco povoado. Assim, a transferência da capital para o interior forçaria o deslocamento de um contingente populacional e a abertura de rodovias, ligando a capital às diversas regiões do país, o que levaria a uma maior integração econômica. Planejada para ter uma população de 500 mil habitantes no ano 2000,[48] a população de Brasília já atingia 1,515 milhão de habitantes em 1991, considerando-se todo o Distrito Federal.[49] Brasília é hoje a terceira cidade mais populosa do Brasil, depois de São Paulo e Rio de Janeiro, além da quinta concentração urbana mais populosa do país, superada apenas por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife.
Brasília possui a maior desigualdade de renda entre as capitais brasileiras, além de ser uma das capitais em que mais se registram homicídios para cada cem mil habitantes no país.Na região administrativa de Ceilândia está localizada a segunda mais populosa favela do Brasil, a comunidade do Sol Nascente, com 61 mil habitantes — segundo estimativas de lideranças locais, no entanto, a população seria de 100 mil pessoas, que superaria a da Rocinha, no Rio de Janeiro.
Os índices de criminalidade são altos principalmente no Entorno do Distrito Federal. Segundo sociólogos, a criminalidade no Distrito Federal, principalmente nas cidades-satélites, é uma herança do crescimento desordenado, ainda que assentado em núcleos urbanos planejados. Os níveis de criminalidade no DF estão entre os maiores do Brasil, chegando ao ponto de haver uma média de até dois assassinatos diários.Em 2012, houve 1031 homicídios, com taxa de 38,9 por 100 mil habitantes, a 478º maior do país.Existem diversas propostas para tentar diminuir a criminalidade na capital: entre elas, um maior policiamento, medida esta que, aplicada, tem levado a uma retração da violência.
Brasília não possui prefeito e vereadores, pois o artigo 32 da Constituição Federal de 1988 proíbe expressamente que o Distrito Federal seja dividido em municípios, sendo considerado uno.
O Distrito Federal é pessoa jurídica de direito público interno, ente da estrutura político-administrativa do Brasil de natureza sui generis, pois não é nem um estado nem um município, mas sim um ente especial que acumula as competências legislativas reservadas aos estados e aos municípios, conforme dispõe o art. 32, § 1º da CF, o que lhe dá uma natureza híbrida de estado e município.
O poder executivo do Distrito Federal foi representado pelo prefeito do Distrito Federal até 1969, quando o cargo foi transformado em governador do Distrito Federal.
O poder legislativo do Distrito Federal é representado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, cuja nomenclatura representa uma mescla de assembleia legislativa (poder legislativo das demais unidades da federação) e de câmara municipal (legislativo dos municípios). A Câmara Legislativa é formada por 24 deputados distritais.
O poder judiciário que atende ao Distrito Federal também atende a territórios federais. O Brasil não possui territórios atualmente, portanto, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios só atende ao Distrito Federal.
Série: Capitais Brasileiras
Marcador: Capitais Brasileiras
segunda-feira, 30 de setembro de 2024
CT Nº 430 - JANGADA
Os passeios de jangada são umas das atrações da praia da Ponta Negra, com destaque para exuberância da beleza do Morro do Careca.
Foto:Anderson Barbosa
Marcador: Transporte, Paisagens Cearenses.
CT Nº 429 - RIO GRANDE DO NORTE
Rio Grande do Norte é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado a nordeste da Região Nordeste e tem por limites o Oceano Atlântico a norte a leste, a Paraíba a sul e o Ceará a oeste. É dividido em 167 municípios e sua área total é de 52 809,601 km², o que equivale a 3,42% da área do Nordeste e a 0,62% da superfície do Brasil, sendo um pouco maior que a Costa Rica. Com uma população de mais de 3,5 milhões de habitantes, o Rio Grande do Norte é o décimo sexto estado mais populoso do Brasil, possuindo o segundo melhor IDH e a maior renda per capita da região Nordeste[8] e a melhor expectativa de vida do Norte-Nordeste, chegando a 76,0 anos, a nona maior do país.[5]
A história inicia-se a partir do povoamento do território que hoje é o Brasil, quando houve uma onda de migrações para os Andes, depois para o Planalto do Brasil, a região Nordeste, até chegarem ao Rio Grande do Norte. Ao longo de sua história, seu território sofreu invasões de povos estrangeiros, sendo os principais os franceses e holandeses. Em 1535, a então Capitania do Rio Grande estaria sendo doada pelo rei D. João III a João de Barros. Em 1822, quando o Brasil conquistou sua independência do Império Português, o Rio Grande do Norte passaria a se tornar província e, com a queda da monarquia e a consequente proclamação da república em 1889, a província se transforma em um estado, tendo como primeiro governador Pedro de Albuquerque Maranhão. A capital do estado é Natal e sua atual governadora é Fátima Bezerra, eleita nas eleições estaduais realizadas em 2018.
Devido à sua localização geográfica, que forma um vértice a nordeste da América do Sul, o Rio Grande do Norte é tido como uma das "esquinas" do Brasil e do continente, posição que também lhe confere uma grande projeção para o Atlântico (a maior dentre os estados brasileiros).[9] Seu litoral, com extensão aproximada de quatrocentos quilômetros, é um dos mais famosos do Brasil. Na economia, destaca-se o setor de serviços. Devido ao seu clima semiárido em parte do litoral norte, o Rio Grande do Norte é responsável pela produção de mais 95% do sal brasileiro. Na bandeira nacional brasileira, o estado é representado pela estrela Shaula, da constelação de Scorpius.[10]
O Rio Grande do Norte está localizado a nordeste da Região Nordeste do Brasil, limitando-se com os estados da Paraíba (a sul) e Ceará (a oeste) e o Oceano Atlântico (a norte e a leste). A distância linear entre seus pontos extremos norte e sul é de 263 quilômetros; enquanto isso, seus pontos extremos leste e oeste estão separados por uma distância reta de 443 quilômetros.[52] Também faz parte do território potiguar o Atol das Rocas, uma reserva biológica marinha considerada patrimônio da humanidade pela UNESCO.[51] Sua área territorial é de 52 809,602 km²,[2] sendo um dos menores estados do país, ocupando apenas 0,621% do território nacional. O estado segue o fuso horário UTC-3 (horário de Brasília), três horas atrasado em relação ao Meridiano de Greenwich), com exceção do Atol das Rocas, que segue o fuso UTC-2.[53][54] Devido à sua localização geográfica no território brasileiro, o Rio Grande do Norte é conhecido como esquina do continente, sendo a unidade da federação mais próxima da Europa e da África.
Com 83% do seu território abaixo dos trezentos metros de altitude, e 60% destes abaixo dos duzentos metros,[55] o relevo do Rio Grande do Norte é formado por planícies principalmente no litoral e por planaltos e depressões no interior. No litoral, estão localizadas as planícies costeiras, caracterizadas pela existência de dunas, além dos tabuleiros costeiros, composto de formações de argila. Logo após os tabuleiros, estão as depressões sublitorâneas e, em seguida, o Planalto da Borborema, que compreende as áreas de maior altitude; a Depressão Sertaneja, com terrenos de altitude mais baixa, logo após o Planalto da Borborema e a Chapada do Apodi, próxima aos rios Piranhas/Açu e Apodi/Mossoró. Também existe a Chapada da Serra Verde, encontrada na região do Mato Grande, com terrenos planos e ligeiramente elevados.[52][56]
Predominam os solos latossólicos no litoral oriental, neossólicos às margens dos rios, luvissólicos na região do Seridó, chernossólicos na Chapada do Apodi, argilosos na região do Alto Oeste e cambissólicos nas regiões planas e onduladas. Em outras regiões também podem ser encontrados os solos planossólicos e de mangue.[52]
Com 90,6% do seu território localizado na região do Polígono das Secas,[57] o clima predominante do Rio Grande do Norte é o semiárido quente (BSh na classificação de Köppen), que domina quase todas as áreas do interior do estado, inclusive o litoral norte, característico das elevadas temperaturas e da escassez e irregularidade das chuvas, cujo índice pluviométrico é por vezes inferior a 700 milímetros anuais (mm/ano), com exceção da região oeste, em especial o Alto Oeste, que apresenta índices maiores. No litoral oriental, o clima é tropical savânico (As), com chuvas mais abundantes e índices pluviométricos superiores a 1 000 mm/ano.[58]
A maior parte da cobertura vegetal original do Rio Grande do Norte foi devastada desde o início da colonização do Brasil, restando hoje apenas uma espécie de vegetação secundária e de menor porte e ligada ao clima, ao relevo e aos solos. São eles a caatinga (que ocupa a maior parte do estado) e a Mata Atlântica, além de pequenos trechos de cerrado, floresta ciliar de carnaúba, floresta das serras, manguezais e a vegetação das praias e dunas.[56] Devido à ação humana, essa formação vegetal vem sendo cada vez mais destruída, causando a desertificação e o enfraquecimento da biodiversidade.[74]
Na fauna do Rio Grande do Norte estão espécies como o aracuá, o beija-flor, a choca-barrada, o concriz, o galo-de-campina, o gato-maracajá-de-manchas-pequenas, o gavião pé-de-serra, os juritis, o macaco guariba, o mocó, a peba, o preá, o sagui-do-nordeste e o tatu-verdadeiro, além de várias outras espécies, como caranguejos, moluscos, ostras e peixes. Na flora estão a amescla, as aroeiras, a gameleira, o jatobá, a maçaranduba, o marmeleiro, o mulungu, as orquídeas, o pau-brasil, o pau-ferro, o pereiro, a peroba, a sapucaia, a sucupira, além de várias espécies de plantas trepadeiras e raras.[56]
O Rio Grande do Norte possui algumas unidades de conservação, dentre áreas de proteção ambiental (APA), parques estaduais e nacionais, reservas de desenvolvimento sustentável, reservas particulares do patrimônio natural (RPPN), entre outras, que juntas possuem uma área de 238 mil metros quadrados, aproximadamente 4,5% do território estadual. Há ainda projetos para a criação de novas unidades de conservação.
O Rio Grande do Norte é um estado da federação, sendo governado por três poderes, o executivo, o legislativo e judiciário. A atual constituição estadual foi promulgada em 3 de outubro de 1989, alterada por posteriores emendas constitucionais. Por vezes é permitida a participação popular nas decisões do governo através de referendos e plebiscitos.[100][101] São símbolos oficiais do estado a bandeira, o brasão e o hino.[100]
No Centro Administrativo do Estado estão localizados a sede do governo do Rio Grande do Norte,[102] o Palácio de Despachos de Lagoa Nova (governadoria), mais algumas secretarias estaduais e outros órgãos das administrações direta e indireta.[103][104] O governador do estado representa o poder executivo e é auxiliado pelos seus secretários nomeados livremente por ele.[100] No Palácio José Augusto está a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte,[105] a sede do legislativo estadual desde 1983, unicameral e formada por 24 deputados estaduais.[100] No Congresso Nacional, a representação potiguar é de três senadores e oito deputados federais.[106]
O poder judiciário, por sua vez, possui como instância máxima o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), composto por quinze desembargadores.[100] Representações deste poder estão espalhadas pelo território estadual por meio de unidades denominadas de comarcas, divididas em três entrâncias: inicial, intermediária e final.[107] De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Rio Grande do Norte encerrou 2020 com 2 439 327 pessoas aptas a votar (1,671% do total brasileiro), distribuídos em 69 zonas eleitorais.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
Marcador: Estados Brasileiros
CT Nº 428 - PALACETE PROVINCIAL – COMANDO DA POLÍCIA MILITAR
Inaugurado em 1875, foi denominado Palacete Provincial, pois abrigava o Tesouro Provincial. Em 1890, se instalou o Batalhão da Polícia Militar do Amazonas, hoje Comando da Polícia Militar do Amazonas, também funciona neste prédio os museus Tiradentes e Numismática, foi tombado como Patrimônio Histórico em 14.01.1988.
Marcador: Órgãos Estatais, Edificações.
CT Nº 427 - GUIA SABE – ALTO PARANAÍBA 1990
Na edição de 1990 o Guia Sabe traz em sua capa o selo comemorativo dos 200 anos de Inconfidência Mineira, movimento de afirmação da nacionalidade brasileira que teve inspiração nos ideais libertários da Revolução Francesa.
Série: Uma década de Lista Telefônica
Marcador: Eventos
CT Nº 426 - MUSEU PAULISTA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - MUSEU DO IPIRANGA – PINTURA INDEPENDÊNCIA OU MORTE
Pintura Histórica: “Independência ou Morte”, ĺeo de Pedro Américo.
Série: Museus
Marcador: Obra de Arte
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