segunda-feira, 31 de outubro de 2022
CT Nº 209 – HOULETIA JURUENESIS
No Brasil, o gênero comporta somente duas espécies, Houlletia brocklehurstiana, que é encontrada nas regiões altas da Serra do Mar e a H. juruensis que habita as pequenas matas de brejo nas cabeceiras do rio Juruena, no Mato Grosso.
A H. brocklehurstiana pode ser vista, com freqüência, em altitudes de 600 m, na Floresta da Tijuca onde sobressaem pela imponência de suas folhas e robustez de seus pseudobulbos. São terrestres, prefoliação duplicativa, inflorescência basal e habitam barrancos onde suas raízes se misturam ao barro vermelho e grande quantidade de detritos vegetais. Preferem locais sombrios com atmosfera saturada de umidade.
Seu cultivo não é difícil, sendo, entretanto, indispensável reproduzir as condições de seu habitat. Tanto em cativeiro como na natureza a floração – março/abril - não é constante, não se repetindo, necessariamente, a cada ano. A da foto foi a primeira após 4 anos de cultivo. A haste floral é curta para o tamanho da planta com até de 8 flores de 8cm de diâmetro por haste.
Fonte: http://www.orquidario.org
Série: Orquídeas
Marcador: Flores
Quatro Cartões
CT Nº 208 – D.PEDRO II – FUNDO CRUZADO (17-3-1883) E FUNDO LINHADO (23-4-1883) D. PEDRO II - “CABECINHA” - 19-6-1884
Selo postal é uma estampilha, adesiva ou fixa, bem com a estampa produzida por meio de máquina de franquear correspondência, destinada a comprovar o pagamento da prestação de um serviço postal, de acordo com a legislação brasileira.
Um selo postal é um papel adesivo que prova o pagamento de uma taxa por serviços postais. Normalmente um pequeno retângulo anexado a um envelope, o selo significa que a pessoa tem o envio total ou parcialmente pagos para a entrega. Os selos de correio são a mais popular forma de pagamento para correspondência varejo; alternativas incluem envelopes postais pré-pagos e máquina de franquia postal. O estudo dos selos é Filatelia. Coleção de selos é um hobby de colecionar selos.
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Série: Selos Brasileiros
Marcador: Selos
Dois cartões
CT Nº 207 – TIRADENTES – MG
Tiradentes localiza-se a uma latitude 21º06'37" sul e a uma longitude 44º10'41" oeste, estando a uma altitude de 927 metros. Sua população estimada em 2019 foi de 7.981 habitantes. Possui uma área de 83,047 km². O acesso à sede do município é feito pela rodovia AMG-0450, a partir do entroncamento com a BR-265, ou então pela rodovia AMG-0430, a partir do entroncamento com a BR-383.[13]
Para quem vem da cidade vizinha de São João del-Rei, o acesso ao município também pode ser feito pela Estrada Real (também conhecida como Caminho Velho) ou por uma ferrovia, a Estrada de Ferro Oeste de Minas, onde são operadas as tradicionais locomotivas a vapor (conhecidas como Marias fumaças), embora de modo turístico. Durante o trajeto, é possível observar uma belíssima vista ao fundo da Serra de São José em meio as paisagens bucólicas e rurais locais
Suas antigas denominações foram "Arraial Velho de Santo Antônio", e "Vila de São José do Rio das Mortes"[8] e cidade de São José del-Rei. O nome São José resulta de homenagens ao então príncipe de Portugal, D. José I. A vila de São José resultou do desmembramento da vila de São João del-Rei em 1718. As lavras de São José del-Rei foram descobertas por João de Siqueira Afonso, em 1702, nos primórdios do século XVIII.
Ao ser proclamada a República, o governo republicano precisava de um herói que, segundo os novos governantes, representava esses ideais. A escolha caiu sobre o alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), que além de tudo combateu um governo monárquico. Dessa feita, foi mudado o nome da cidade para Tiradentes.
A cidade tornou-se um dos centros históricos da arte barroca mais bem preservados do Brasil, por isso voltou a ter importância, agora turística, na metade do século XX, foi proclamada patrimônio histórico nacional tendo suas casas, lampiões, igrejas, monumentos e demais partes recuperadas.
Série: Centros Históricos
Marcador: Municípios Brasileiros
CT Nº 206 – ESTAÇÃO DE SÃO JOÃO DEL REI-MG
Inaugurada em 18 de agosto de 1881, uma das principais estações da Estrada de Ferro Oeste de Minas. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional em 1988.
Fonte: Rede Ferroviária Federal/PRESERFE
Série: Estações Brasileiras
Marcador: Edificações
Três cartões
CT Nº 205 – CARNAVAL
O carnaval foi introduzido em vários países da Europa. Tornaram-se famosos os folguedos realizados em Paris, Veneza, Florença, etc. Atingiram grande brilho em Portugal e Espanha, sobretudo quando do domínio árabe.
O carnaval chegou ao Brasil através dos portugueses e espanhóis, sendo, porém, grande a contribuição do elemento africano para sua fixação e desenvolvimento em nosso país.
Marcador: Eventos
CT Nº 204 – XIII SEMINÁRIO DE REDES DO SISTEMA TELEBRÁS
Centro Nacional de Treinamento TELEBRÁS_CNTR 23 a 27 de junho de 1997
Série:Eventos de telecomunicações
Marcador: Eventos
Três Cartões
CT Nº 203 – RIO 2004 – CIDADE CANDIDATA
Sediar os jogos Olímpicos de 2004 no Brasil depende de todos nós. Participe. Seja voluntário.
Informações e inscrições ligue 0800 78 20 20
Marcador: Eventos
Dois Cartões
CT Nº 202 – IPÊ ROXO
Tecoma heptaphylla da família Bigniniacea
Foto: Maria Amável Sobrinho
Série: Maio – Mês das flores
Marcador: Árvores
CT Nº 201 – PARATI – RJ
Paraty é um Município brasileiro localizado no litoral sul do estado do Rio de Janeiro, distante 258 quilômetros da capital. Junto ao oceano Atlântico, o território municipal está a uma altitude média de apenas cinco metros do nível do mar. Atualmente, possui 930,7 quilômetros quadrados, com uma população de 39.965 habitantes [10], representando uma densidade demográfica de 35,6 habitantes por quilômetro quadrado. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE realizada em 2014, o mesmo ocupa a 43ª posição entre os municípios do estado do Rio por população.[11
O seu Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é de 0,693, segundo dados de 2010 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD (publicados em 2013), o que é considerado "mediano".
Sua sede distrital está localizada ao nível do mar, em terreno localizado entre os rios Perequê Açu e Mateus Nunes, tendo sido projetada levando em conta o fluxo das marés. Como resultado, muitas das ruas do núcleo histórico colonial de Paraty são periodicamente inundadas pelo mar.
Em 5 de julho de 2019, uma porção do território no qual estão localizados o núcleo histórico colonial de Paraty e a Ilha Grande, em Angra dos Reis, foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, por sua integração excepcional entre valores associados ao patrimônio cultural e ao natural; constituindo-se então, o primeiro sítio misto do Brasil.
Série: Centros Históricos
Marcador: Municípios Brasileiros
Cinco Cartões
sexta-feira, 30 de setembro de 2022
CT Nº 198 – GALO CAMPINA
Paroaria dominicana
Destaca-se pelo seu canto belíssimo. Na época da procriação os machos defendem seu território com o canto, formando assim, uma verdadeira sinfonia no sertão.
Foto: Maurício Albano
Série: Aves da Fauna Cearense
Marcador: Aves
CT Nº 197 – MUSEU IMPERIAL – PETRÓPOLIS-RJ
O Museu Imperial, popularmente conhecido como Palácio Imperial, é um museu histórico-temático localizado no centro histórico da cidade de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Está instalado no antigo Palácio de Verão do imperador brasileiro Dom Pedro II.[1] O acervo do museu é constituído por peças ligadas à monarquia brasileira, incluindo mobiliário, documentos, obras de arte e objetos pessoais de integrantes da família imperial.
Em 1822, Dom Pedro I viajou a Vila Rica (atual Ouro Preto), Minas Gerais, para buscar apoio ao movimento da Independência do Brasil, encantou-se com a Mata Atlântica e o clima ameno da região serrana. Hospedou-se na Fazenda do Padre Correia e chegou a fazer uma oferta para comprá-la. Diante da recusa da proprietária, Dom Pedro comprou a Fazenda do Córrego Seco, em 1830, por 20 contos de réis, pensando em transformá-la um dia no Palácio da Concórdia.
A crise política sucessória em Portugal e a insatisfação interna foram determinantes para o seu regresso à terra natal, onde ele viria a morrer sem voltar ao Brasil. A Fazenda do Córrego Seco foi deixada como herança para seu filho, Dom Pedro II, que nela construiria sua residência favorita de verão. A mando de D. Pedro, foi construído o belo prédio neoclássico, onde funciona atualmente o Museu Imperial, teve início em 1845 e foi concluída em 1862. Para dar início à construção, Pedro II assinou um decreto em 16 de março de 1843, criando Petrópolis. Uma grande leva de imigrantes europeus, principalmente alemães, sob o comando do engenheiro e superintendente da Fazenda Imperial, Major Julius Friedrich Koeler, foi incumbida de levantar a cidade, construir o palácio e colonizar a região.
Construído com recursos oriundos da dotação pessoal do imperador, o prédio teve o projeto original elaborado pelo próprio Koeler e, após seu falecimento, foi modificado por Cristóforo Bonini, que acrescentou o pórtico de granito ao corpo central. Para concluir a obra, foram contratados importantes arquitetos ligados à Academia Imperial de Belas Artes: Joaquim Cândido Guillobel e José Maria Jacinto Rebelo, com a colaboração de Manuel de Araújo Porto Alegre na decoração.
O complexo foi enriquecido, ainda na década de 1850, com o jardim planejado e executado pelo paisagista Jean-Baptiste Binot, sob orientação do jovem imperador. O piso do vestíbulo, em mármore de Carrara e mármore preto originário da Bélgica, foi colocado em 1854, destacando-se também os assoalhos e as esquadrias em madeiras de lei, como o jacarandá, o cedro, o pau-cetim, o pau-rosa e o vinhático, procedentes das diversas províncias do Império.
Os estuques das salas de jantar, de música, de visitas da Imperatriz, de Estado e do quarto de dormir de suas majestades contribuem para dar graça e beleza aos ambientes do Palácio, um dos mais importantes monumentos arquitetônicos do Brasil. Lançada a pedra fundamental, houve o nivelamento da área, que era conhecida como Morro da Santa Cruz, para se começar as obras, que foram todas financiadas por mordomia da casa imperial, pois dizia Pedro II, que por a construção acontecer em sua propriedade particular, não se deviria utilizar de dinheiro do estado.
Na planta de Petrópolis, feita por Koeler, acha-se indicado o local do palácio num quadrilátero entre a Rua do Imperador e a Rua da Imperatriz. Via- se ainda outros edifícios no mesmo terreno, cuja identificação é impossível de ser feita. As obras tiveram inicio na ala direita do palácio, vindo os alicerces vinham de uma pedreira próxima. Foi-se utilizados bois para Puxar terra, pedra e madeira. Foi-se continuando as obras da ala esquerda (que no início viu-se que era mais larga que a direita e mais tarde foi-se arrumada) foi ficando pronto o Sobrado, onde estão as entradas principais do palácio, além dos quartos. Todos os cômodos foram decorados e mobiliados com lindos estuques e móveis.
Após 1889
Com a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, houve o banimento da família imperial, que se exilou na Europa. Em dezembro do mesmo ano, a Imperatriz Dona Teresa Cristina faleceu em Portugal e, dois anos depois, em 1891, Dom Pedro II faleceria em Paris. Entre 1893 e 1908, a Princesa Isabel, como única herdeira – sua irmã, a princesa Leopoldina, havia falecido em 1871 –, alugou o Palácio de Petrópolis para o Educandário Notre Dame de Sion.
Em seguida, entre 1909 e 1939, o Colégio São Vicente de Paulo funcionou no prédio. Nesse período, grande parte do mobiliário e demais objetos foram vendidos ou desapropriados. No São Vicente de Paulo, estudava um apaixonado por História: Alcindo de Azevedo Sodré. Graças a ele, que sonhava desde criança com a transformação do seu colégio em um museu histórico, o presidente Getúlio Vargas criou, em 29 de março de 1940, pelo Decreto-Lei n° 2.096, o Museu Imperial.
A partir de então, uma equipe técnica liderada pelo próprio Sodré, que se tornaria o primeiro diretor do Museu, tratou de estudar a história da edificação e localizar peças pertencentes à família imperial em diferentes palácios, para ilustrar o século XIX e o dia a dia de membros da dinastia dos Braganças. Importantes colecionadores nacionais juntaram-se ao projeto, doando objetos de interesse histórico e artístico. Como resultado, o Museu Imperial foi inaugurado em 16 de março de 1943, com um significativo acervo de peças relativas ao período imperial brasileiro. Ao longo das últimas sete décadas, acumulou expressivos conjuntos documentais, bibliográficos (muitos vindos diretamente do Castelo D'eu) e de objetos graças a generosas doações de centenas de cidadãos, totalizando um acervo de quase 300 mil itens. Grande parte da decoração interna ainda se preserva, como os pisos em pedras nobres, os estuques, candelabros e mobília, reconstituindo os ambientes
Série: Museus
Marcador: Edificações
Dois cartões
CT Nº 196 – VERTICAIS OU OLHO DE CABRA 1-1-1850
Selo postal é uma estampilha, adesiva ou fixa, bem com a estampa produzida por meio de máquina de franquear correspondência, destinada a comprovar o pagamento da prestação de um serviço postal, de acordo com a legislação brasileira.
Um selo postal é um papel adesivo que prova o pagamento de uma taxa por serviços postais. Normalmente um pequeno retângulo anexado a um envelope, o selo significa que a pessoa tem o envio total ou parcialmente pagos para a entrega. Os selos de correio são a mais popular forma de pagamento para correspondência varejo; alternativas incluem envelopes postais pré-pagos e máquina de franquia postal. O estudo dos selos é Filatelia. Coleção de selos é um hobby de colecionar selos.
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Série: Selos Brasileiros
Marcador: Selos
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