segunda-feira, 31 de março de 2025

CT Nº 480 - CHEGOU O VOTO ELETRÔNICO – ELEIÇÕES 1996


Urna eletrônica ou máquina de votação é a combinação de equipamentos mecânicos, eletromecânicos ou eletrônico (incluindo software, firmware e documentação necessária para controle do programa e apoiar equipamento), que é usado para definir escrutínios; expressos e contagem de votos; para relatar ou exibir resultados eleitorais; e para manter e produzir qualquer informação de trilha de auditoria.[1] As primeiras máquinas de votação foram mecânicas, mas é cada vez mais comuns o uso de máquinas de votação eletrônicas.
Um sistema de votação inclui a práticas e a documentação associada usado para identificar versões desses componentes e componentes do sistema; para testar o sistema durante o seu desenvolvimento e manutenção; manter registos de erros do sistema ou defeitos; para determinar alterações específicas feitas após a certificação inicial; e disponibilizar qualquer material para o eleitor (tais como anúncios, instruções, formulários ou cédulas de papel).
Em 2006, a invenção da urna eletrônica foi escolhida como um dos 40 fatos ligados à software e hardware que mudaram rumos nos últimos 40 anos pela "SUCESU 40 ANOS", promovido pela SUCESU - Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações - por ter tornado as eleições "mais ágeis, rápidas" e a apuração "transparente e segura".[2]
De acordo com o Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral (International Idea) – organização independente que acompanha processos eleitorais em todo o mundo –, 23 países usam sistemas de votação eletrônica em eleições nacionais, dentre 167 analisados. Há também outros 18 países que adotam a tecnologia em eleições regionais. Alguns estados norte-americanos também o utilizam.[3]
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
Marcador: Equipamentos

CT Nº 479 - POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL – 70 ANOS


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) é uma instituição policial ostensiva-preventiva federal brasileira, subordinada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, cuja principal função é a fiscalização e coordenação do sistema rodoviário federal.[1][2] Tem como atribuição a prevenção e repressão de crimes, como também de condutas perigosas para a vida e o patrimônio da União.[3]
Suas competências são definidas pela Constituição Federal no artigo 144, pela Lei nº 9.503/97 (Código de Trânsito Brasileiro), pelo Decreto nº 1.655, de 3 de outubro de 1995[4] e pelo seu regimento interno, aprovado pela Portaria Ministerial nº 219, de 27 de fevereiro de 2018.[5]
O cargo de Policial Rodoviário Federal, com o advento da Lei nº 12.775 de 28 de dezembro de 2012, que alterou a Lei nº 9.654 de 2 de junho de 1998, divide-se em quatro classes: Terceira, Segunda, Primeira e Especial.
Desde a edição da Lei nº 11.784, de 22 de setembro de 2008, o ingresso no cargo de Policial Rodoviário Federal exige diploma em curso de Nível Superior reconhecido pelo MEC, e com a edição da Lei nº 12.775, de 28 de dezembro de 2012, o cargo passou a ser de nível superior.
Polícia de Estradas
A Polícia Rodoviária Federal se originou da "Polícia de Estradas" criada pelo presidente Washington Luís no dia 24 de julho de 1928, no contexto de expansão da malha rodoviária do país. A determinação original do orgão era o policiamento das estradas por guardas uniformizados, com uso de automóveis e motocicletas e uma estrutura de abrigos nas estradas, atuando durante o dia e a noite.[9]
A polícia, porém, só foi posta em prática em 1935, durante o governo de Getúlio Vargas. A primeira força-tarefa atuava apenas nas rodovias Rio-Petrópolis, Rio-São Paulo e União Indústria. O primeiro contingente era chefiado por Turquinho, e composto por cerca de 450 homens.[10]
Polícia Rodoviária Federal
Em 27 de dezembro de 1945, foi criado o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), e, sob o mesmo decreto, se redefiniu o nome do orgão, passando a ser denominado 'Polícia Rodoviária Federal', e estendendo sua área de atuação ao patrulhamento das rodovias federais. A força permaneceu sob o supervisão da Divisão de Conservação, Pavimentação e Tráfego até 1957. Em 1958 foi apresentado um projeto de lei pelo deputado federal Colombo de Souza, que propunha extinção da PRF. Tal projeto permaneceu em suspenso até 1963, quando se realizou a extinção do orgão, e sua substituição pela Patrulha Rodoviária Federal, como seria chamada a partir de 1965.[11]
Em 1974, o DNER passou por uma reestruturação, que fez da força policial uma 'Divisão de Polícia Rodoviária Federal', subalterno à Diretoria de Trânsito. Sua atuação se ampliou, para abranger, além das competências tradicionais de policiamento, o dever de manter projetos de educação sobre o transito e a colaboração com órgão diversos de segurança, como as forças armadas.[1
Com a Constituição Brasileira de 1988, a Polícia Rodoviária Federal passou a integrar o Sistema Nacional de Segurança Pública, tendo como fim atribuições típicas de segurança pública, a prestação de socorro à vítimas de acidentes de transito, a proteção do patrimônio da União. A PRF foi integrada ao Ministério da Justiça enquanto Departamento de Polícia Rodoviária Federal.[12]
A constituição da Polícia prevê a existência de quatro tipos de cargos - agente, agente operacional, agente especial e inspetor.[1
Participação feminina
Em 1985, as cinco primeiras mulheres entraram na Polícia Rodoviária Federal, onde exerceram cargos internos,[52] entre elas Maria Alice Nascimento Souza.[53] No ano seguinte, por vontade própria, ela se tornou a primeira motociclista da PRF.[52] Em 2006, ela se tornou a primeira Superintente Regional da Polícia Rodoviária Federal, atuando no Paraná.[54] Em 2008, a Força de Choque passou a aceitar policiais femininas.[55] Em 2011, Maria Alice se tornou a primeira Diretora-Geral da PRF.[56]
Padroeira
No dia 30 de dezembro de 1936, Turquinho estava dirigindo em uma ronda noturna na Rio-Petrópolis quando pensou ter atropelado uma mulher que atravessava a rodovia distraida. Quando voltou para prestar socorro, a rodovia estava deserta, e no local estava uma medalha com a imagem de uma santa no local. Neste dia, ele jurou criar a maior força policial do brasil. Mais tarde, a santa foi identificada como a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Turquinho carregou a medalha consigo até o fim da vida, e, em 2004, ela virou a padroeira da Polícia Rodoviária Federal.[57]
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
Marcador: Órgãos Estatais

CT Nº 478 - 13 DE JUNHO – DIA DE SANTO ANTÔNIO


Santo Antônio de Pádua – Presbítero e doutor da Igreja – Dia 13 de Junho
Neste dia, celebramos a memória do popular santo – doutor da Igreja – que nasceu em Lisboa, no ano de 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O nome de batismo dele era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo.
Ainda jovem, pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que, em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho dos mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças.
Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente, que teve de voltar, mas, providencialmente, foi ao encontro do “Pobre de Assis”, o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as ciências que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho.
Nesse sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família franciscana através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isso até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna.
Santo Antônio, rogai por nós!
Marcador: Personalidade

CT Nº 477 - COLONIZAÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL – O PINTOR SE AUTO RETRATOU NO GAÚCHO TOMANDO MATE – PALÁCIO PIRATINI – PORTO AEGRA – PINTOR – ALDO LOCATELLI


O pintor se auto retratou no gaúcho tomando mate.
Palácio Piratini Porto Alegre
Pintor: Aldo Locatelli
No subúrbio de Bérgamo, na Itália, em um local chamado Villa d’Almé, em 1915 nasceu Aldo Daniele Locatelli. O artista, que viria a ser conhecido por suas pinturas murais, teve seu primeiro contato com a arte ainda na juventude, devido à restauração de murais na igreja de seu bairro.
Encantado com a pintura, aos 16 anos ingressou nos Cursos Livres de Instrução Técnica na Escola de Arte Aplicada à Indústria Andrea Fantoni, em Bérgamo, para aprender Decoração. Em 1932, conseguiu uma bolsa de estudos na Escola de Belas Artes de Roma, e no ano seguinte voltou à sua cidade natal e ingressou no curso de Pintura na Academia Carrara de Belas Artes de Bérgamo.
Ao se formar, passou a trabalhar com a arte que o levou a ser pintor: a sacra. Poucos anos depois foi convocado pelo exército. Lutou na Segunda Guerra Mundial e, entre junho e agosto de 1939, esteve na África Setentrional. Foi liberado por pouco tempo, e em 1940 juntou-se, novamente às tropas, até ser ferido em combate e dispensado definitivamente. Seu irmão morreu em combate — razão pela qual Locatelli não gostava de pintar cenas de guerra.
De volta ao seu país e ao seu trabalho, retorna a pinturas e restaurações em igrejas. A doutora em Artes, Luciana de Oliveira, aponta que Locatelli tem uma obra muito voltada à questão da imagética cristã. Em 1945, ele instalou uma oficina em sua vila de origem. 
O Rio Grande do Sul entrou na vida de Locatelli em 1948, mas não se tem certeza de qual forma. O que se sabe é que ele foi contratado para executar os murais da Igreja de São Francisco de Paula, em Pelotas. Alguns historiadores apontam que ele veio por convite direto do bispo da cidade da época, dom Antônio Zattera, enquanto outros apontam que Locatelli foi convidado por seu amigo que havia sido contratado para realizar essas pinturas, Emílio Sessa. Luciana explica que vieram três italianos da Itália para trabalhar na igreja pelotense: Locatelli, Sessa e Adolfo Gadoni.
Série: Pintores Brasileiros
Marcador: Animais

CT Nº 476 - NATAL DE LUZ


A Telemar patrocina a mais bela árvore de Natal do Nordeste, localizada na Praça do Ferreira, em Fortaleza.
Com 40 metros de altura, foi instalada no centro da praça rodeada por árvores naturais decoradas com lâmpadas nas cores vermelho e amarelo.
Natal de Luz, uma realização da Câmara de Dirigentes Lojistas.
Foto: Luciano Arruda
Marcador: Eventos

CT Nº 475 - MOXOTÓ


Das raças brasileiras, a Moxotó é a única reconhecida oficialmente.
É rústica e bastante prolífica, boa produtora de carne e pele.
Marcador: Animais

CT Nº 474 - OS AGAPANTOS


Tela de Claude Monet
Exposição MONET Brasil 1997.
Marcador: Obra de Artes

CT Nº 473 - FEIJÃO DE TROPEIRO


O feijão tropeiro surgiu no Brasil através de um movimento chamado “Tropeirismo”, o qual ocorreu no século XVIII, no auge do ciclo da mineração no estado de Minas Gerais que estava a enfrentar dificuldades devido o tipo de terreno daquela região e a distância em relação ao litoral do Brasil.
Série: Comidas Típicas
Marcador: Comidas

CT Nº 472 - COMBATENTE DE SELVA


Soldado especializado em operações de Guerra na Selva.
É formado nos Batalhões de Infantaria de Selva, localizados na Região Amazônica, e no Centro de Instrução de Guerra na Selva em Manaus/AM.
Série: Exército Brasileiro
Marcador: Profissões

CT Nº 471 - INSTITUTO AYRTON SENNA


O Instituto Ayrton Senna é uma ONG brasileira criada pela família Senna em 1994 tendo como presidente Viviane Senna, empresária e irmã do tricampeão de Fórmula 1. O Instituto concretiza o sonho de Ayrton Senna de ajudar o Brasil a diminuir as desigualdades sociais, criando oportunidades de desenvolvimento humano a crianças e jovens por meio da educação.[1]
Anualmente a organização capacita 60 mil educadores e seus programas beneficiam diretamente cerca de 2 milhões de alunos em mais de 1300 municípios nas diversas regiões do Brasil.[2]
Em março de 1994, o tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna compartilhou com sua irmã, Viviane Senna, o desejo de realizar uma ação sistemática para oferecer oportunidades de desenvolvimento humano a crianças e jovens de baixa renda. Ficaram de retomar o assunto no final da temporada daquele ano, mas não deu tempo. Com o acidente em Ímola, em 1º de maio, a família Senna resolveu fundar o Instituto Ayrton Senna.[1]
Em 2003 a UNESCO concedeu ao Instituto a chancela da Cátedra de Educação e Desenvolvimento Humano, feito inédito para uma ONG em todo o mundo.[4]
Em 2012, o Instituto Ayrton Senna foi convidado pela Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE) a integrar a rede NetFWD (Net Forward), um fórum internacional que reúne uma dezena de institutos e fundações capazes de inspirar propostas inovadoras para a atuação social privada com foco no desenvolvimento em todo o mundo. O fórum conta com organizações que atuam em diferentes setores, e o Instituto Ayrton Senna, única organização brasileira participante do grupo fundador, foi convidado por sua atuação e produção de conhecimento na área da educação.[5]
A organização coloca a disposição das administrações públicas, gratuitamente, serviços de gestão do processo educacional que incluem diagnóstico e planejamento, formação de gestores e educadores, desenvolvimento de soluções pedagógicas e tecnológicas inovadoras.[2]
A principal ideologia do Instituto é promover a educação integral para o pleno desenvolvimento de crianças e jovens em suas múltiplas competências, ajudando os estudantes a ter sucesso na escola e a serem cidadãos capazes de responder às exigências profissionais, econômicas, culturais e políticas do século XXI.[2]
Formação de educadores
Anualmente, pelo menos 60 mil profissionais recebem capacitação em serviço, coaching, tutoria e supervisão. Não apenas os professores, mas também os gestores escolares desenvolvem capacidades voltadas à gestão integrada. Tanto a administração das escolas quanto o próprio processo educacional são abordados na perspectiva de uma gestão focada em resultados - o aprendizado do aluno -, para garantir alfabetização na idade adequada, corrigir o atraso escolar, evitar a repetência e o abandono.[2]
Soluções educacionais
Todas as soluções educacionais criadas e implementadas pelo Instituto Ayrton Senna, em parceria com as redes de ensino, ONGs e universidades, têm como objetivo o desenvolvimento pleno das crianças, dando-lhes subsídios para que obtenham êxito na escola e possam traçar uma história de sucesso, como pessoas, cidadãos e futuros profissionais, desenvolvendo competências como: iniciativa e autonomia, liderança, comunicação, trabalho em equipe e diversas outras, consideradas fundamentais para o século 21.[2] As soluções educacionais são incorporadas às atividades das redes escolares. Programas do Instituto articulam essas soluções de acordo com as principais necessidades de cada rede escolar.[2]
Gestão da escola e do aprendizado
O Programa "Gestão Nota 10" oferece capacitação e ferramentas gerenciais para as Secretarias de Educação e os gestores escolares.[6]
A cultura da boa gestão escolar também está aplicada ao processo de aprendizagem, por meio do Programa "Circuito Campeão", que orienta e monitora diretamente as ações educacionais de combate ao analfabetismo e à baixa aprendizagem nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Para atender alunos cronicamente defasados, com dificuldades de aprendizagem, e ajudá-los a chegar à série adequada a suas idades, as redes de ensino têm como aliados os Programas "Se Liga", "Acelera Brasil" e "Fórmula da Vitória".[6]
Educação de jovens
O Programa "SuperAção Jovem" propõe uma criativa mobilização para a formação de estudantes, que passam a ser protagonistas da própria aprendizagem, enquanto os educadores também são formados para serem protagonistas na gestão da sala de aula e da escola.[6] Com os programas "Educação pela Arte" e "Educação pelo Esporte" os alunos ganham espaço para o desenvolvimento de competências essenciais, como a criatividade, a colaboração e a gestão da informação, por meio do trabalho com projetos e temas contemporâneos altamente motivadores para as novas gerações.[6]
Educação e tecnologia
Nos programas de Educação e Tecnologia são articulados os mais novos recursos tecnológicos com metodologias que expandem as possibilidades de aprendizado e desenvolvimento, tanto para professores quanto para alunos.[7]
O Programa "Escola Conectada" leva soluções para a formação continuada dos professores e, também, para a sua capacitação no uso de tecnologias e ambientes online no processo de desenvolvimento dos alunos.[7]
O trabalho do Instituto Ayrton Senna alcança todas as regiões do Brasil. Em 1998 eram apenas 24 os municípios que adotavam suas soluções educacionais; em 2012 já alcançava mais de um quarto dos municípios brasileiros, onde cerca de 2 milhões de alunos são diretamente beneficiados anualmente.[4]
A capilaridade da atuação se amplia à medida que estados e municípios adotam soluções educacionais como parte de suas políticas de educação, como aconteceu com a prefeitura de São Paulo no final de 2017 e o governo estadual de São Paulo em abril de 2018.[8][9] Em novembro de 2018, o Instituto apresentou um diagnóstico da educação brasileira a pedido do governo eleito que tomará posse em 2019.[10]
O Instituto Ayrton Senna incorporou a cultura da avaliação. É a avaliação que permite observar de forma objetiva os erros e acertos das ações, orientando ajustes imediatos e pautando novas pesquisas para o aperfeiçoamento e desenvolvimento das soluções educacionais. A avaliação também pauta a tomada de decisões com base em dados e evidências, e traz os resultados concretos de todo o trabalho.[11]
O Instituto de Estudos do Trabalho e da Sociedade (IETS) analisou resultados das parcerias do Instituto Ayrton Senna com secretarias de Educação, abrangendo 947 municípios brasileiros, por um período de seis anos. A pesquisa foi realizada sob a coordenação do economista Ricardo Paes de Barros, e demonstrou o impacto real dos programas. O estudo aponta que o Instituto Ayrton Senna aumentou em até 11 vezes a velocidade do crescimento da taxa de aprovação escolar nas redes onde são implementadas as suas soluções educacionais.[11]
Por outro lado, um estudo recente fez algumas críticas às metodologias de avaliação utilizadas pelo Instituto, apontando algumas limitações metodológicas e em relação ao seu uso nas políticas públicas.[12]
Para realizar o seu trabalho, o Instituto Ayrton Senna conta com recursos oriundos de três fontes: royalties de licenciamento dos direitos relativos a Ayrton Senna e Senninha, cedidos integralmente pela família do piloto, parcerias com a iniciativa privada e doações de pessoas físicas.[13]
Empresas de vários países licenciam a imagem do tricampeão mundial de Fórmula 1 e dos personagens da Turma do Senninha, bem como as marcas a eles relativas, para agregar valor aos seus produtos e mostrar que acreditam nos valores defendidos por Ayrton Senna. O recurso arrecadado com os royalties é 100% destinado ao trabalho do Instituto Ayrton Senna.[13]
Empresas que apostam na educação para diminuir as desigualdades sociais investem recursos no trabalho que o Instituto Ayrton Senna desenvolve em todo o País. Muitas empresas também oferecem a sua expertise e o valioso tempo de seus profissionais a serviço da causa da educação.[14]
A base de doadores ao Instituto Ayrton Senna é composta por pessoas que acreditam no trabalho do Instituto e contribuem para que crianças e jovens de todo o Brasil tenham acesso a uma educação pública de qualidade.[14]
Uma das formas de contribuir é doando à organização a Nota Fiscal Paulista, sem CPF. É possível, também, ser um doador revertendo uma quantia mensal. Outras maneiras de ajudar são por meio da doação de pontos acumulados nos programas de compras online, adquirindo cartão de crédito ou títulos de capitalização de empresas parceiras do Instituto.[14]
Em 2011, o Instituto promoveu o Seminário Internacional "Educação para o Século 21", evento que reuniu representantes de todos os setores da sociedade e debateu a importância das competências não cognitivas como estratégia para melhorar a qualidade do aprendizado na escola pública. Realizado em cooperação com a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e com a Unesco, o seminário teve a participação, dentre vários especialistas na área, de James Heckman, Prêmio Nobel de Economia e professor da Universidade de Chicago.[15]
Em abril de 2011, foi concluído um inédito e extenso trabalho que compila e organiza as principais conclusões de 165 estudos nacionais e internacionais sobre os impactos de políticas de educação no aprendizado dos alunos. É o documento "Caminhos para Melhorar o Aprendizado", lançado em parceria com o movimento "Todos pela Educação". O trabalho está dividido nos seguintes temas: recursos da escola, plano e práticas pedagógicas, gestão da escola, gestão da rede de ensino e condições das famílias. É uma poderosa e avançada ferramenta para gestores, e contribui para a implementação de políticas públicas capazes de gerar mudanças efetivas no cenário da educação.[16]
Em março de 2018 o Instituto representou o Brasil no maior evento sobre educação do mundo, o SXSW-Edu, no Texas, Estados Unidos.[17]
Em 2018 o Instituto foi convidado pela Arcos Dourados, maior franquia de McDonald's do mundo, a participar do evento McDia Feliz, por conta da nova causa da companhia, a educação.[18]
O Instituto foi escolhido para representar o Brasil no Reimagine Education entre os dias 29 e 30 de novembro de 2018, o evento foi realizado em São Francisco, Estados Unidos. Um projeto do Instituto em parceria com a Unesp foi um dos 130 escolhidos para ser apresentado no evento educacional.[19]
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