quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
CT Nº 540 - CHANANA
Turnera subulata
Turnera subulata, popularmente conhecida como Boa noite, Chanana, Onze horas ou Flor-do-Guarujá é uma planta nativa do Brasil [1] sendo encontrada da América Central e do Sul, do Panamá ao sul do Brasil. É bem conhecido em muitos outros lugares como uma espécie introduzida, como a Malásia, a Indonésia, várias outras ilhas do Pacífico, o Caribe e a Flórida, nos Estados Unidos. É comumente cultivada como uma flor de jardim[2], bem como em aplicações na medicina tradicional.
Série: Flora Cearense
Marcador: Plantas
CT Nº 539 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ – 80 ANOS
80 Anos da Escola de Agronomia do Ceara, da Universidade Federal do Ceará. Coleção Fazenda Experimental do Vale do Curu.
O Funcho é uma planta de origem do Norte de África, da Europa Mediterrânea e Ásia. No Brasil costuma ser cultivada no Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Santa Catarina. Seu nome é científico é Foeniculum vulgare Mill. , e produz sementes conhecidas como Erva-doce e pequenas flores amarelas que aparecem no verão.
Funcho – Foeniculum vulgare Mill
Foto: Henrique Martins
SÉRIE: PLANTAS MEDICINAIS
Marcador: Plantas
CT Nº 538 - MUSEU DA IMPRENSA – BRASÍLIA-DF
“Prelo Machado de Assis” Homenagem ao escritos brasileiro que trabalhou na imprensa nacional de 1856 a 1858.
Marcador: Equipamentos
CT Nº 537 - BUDIÃO
O peixe-papagaio-azul ou bodião-azul (Scarus coeruleus) é um peixe-papagaio do gênero Scarus[1]; é encontrado em recifes de profundidade rasa nas regiões tropicais e subtropicais do Oceano atlântico e do Mar Caribenho.
Descrição
De coloração inteiramente azul, os adultos desenvolvem um focinho rombo proeminente e grandes lobos superiores e inferiores na barbatana caudal. Tem em média de 30 a 73 centímetros de comprimento, mas algumas vezes chega a alcançar 1,2 metros de comprimento.
Reprodução
No verão, os peixes papagaio-azuis se reúnem em grupos de desova. A fertilização ocorre e as fêmeas depositam seus ovos em colunas de água e são soterrados no solo oceânico. Os ovos eclodem cerca de 25 horas depois[2].
Distribuição e habitat
O peixe-papagaio-azul é principalmente achado em recifes de coral com 3 a 25 metros de profundidade. Habita principalmente as regiões do Atlântico Ocidental, Brasil, Bahamas, Bermudas e Antilhas. Eles também são encontrados nas Índias Ocidentais, contudo estão ausentes na parte norte do Golfo do México. Durante a fase de crescimento vivem em ervas marinhas[1].
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Blue_Parrotfish_Scarus_coeruleus_distribution_map.pnghttps://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Blue_Parrotfish_Scarus_coeruleus_distribution_map.pngPrincipal distribuição geográfica do Scarus coeruleus
Alimentação
O peixe alimenta-se de plantas bentónicas e pequenos invertebrados encontrados em rochas. Gastam 80% do seu tempo procurando alimentos.
Situação
O peixe-papagaio-azul vive em uma área de longo alcance e é facilmente encontrado graças a sua abundância, e algumas dessas áreas são de conservação. Apesar de ser alvo de vários pescadores, a população aparenta estar estável. Por estas razões, a União Internacional para a Conservação da Natureza colocou o peixe na categoria de espécie pouco preocupante [3].
Marcador: Peixes.
CT Nº 536 - OI FIXO: MAIS VANTAGEM PRÁ VOCE
Com o oi fixo, voce tem um telefone só pra voce e suas família por apenas R$ 29,90/mes.
Marcador Publicidade
CT Nº 535 - VIDA PANTANEIRA IV – PEÃO BOIADEIRO
A beleza cênica do pantanal sul-matogrossense é algo indescretível, o “PEÃO BOIADEIRO é figura constante no pantanal, como nos mostra a imagem aqui representada em uma das telas do projeto “Vida Pantaneira em Arte”.
Marcador: Obra de Arte
CT Nº 534 - TELEBRÁS 25 ANOS
Telebrás
Pouco conhecida por aqueles que nasceram após a década de 1990, a Telebrás foi uma importante estatal federal. Deteve por anos o monopólio das telecomunicações no país e figura até hoje como a maior privatização já realizada no Brasil. A Telebrás foi fundada em 1972 para gerir o serviço de telecomunicações do país e centralizar a expansão do setor para os anos seguintes. Ela nasceu da fusão de pelo menos 27 operadoras estaduais que operavam pelo país, tornando-se um monopólio telefônico estatal.
Data de Emissão: 11/1997
Tiragem: 700.000
Emissor: Telebrás
Marcador: Eventos
CT Nº 533 - CERÂMICA MONTE ALEGRE LTDA
As melhores cerâmicas da região do Cariri. Investimento em qualidade.
A CECRATO – Cerâmica Crato Ltda e a CEMONTE - Cerâmica Monte Alegre Ltda, recebendo significativo suporte para o desenvolvimento de suas atividades ao ter investido em equipamentos modernos, garantindo a qualidade de seus produtos e aumentando sua capacidade de produção.
CECRATO e CEMONTE são empresas da cidade do Crato-CE.
Projeto de Marketing: Emílio Sena.
Marcador Publicidade
CT Nº 532 - JUAZEIRO – UNIDO NA FÉ – FORTE PELO TRABALHO
Padre Cícero descansa em seus aposentos mais íntimos do Museu Vivo do Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, Ceará.
O Museu Vivo faz parte do grande projeto de Revitalização do Horto do Padre Cícero.
Voce pode ajudar a preservar a memória do Padre Cícero.
Faça sua doação. Deposite o quanto puder.
Foto: Jarbas Oliveira
Marcador: Personalidade
CT Nº 531 - CTBC – TELECOM – DURANTE A SECA
Nas primeiras chuvas de outubro a vegetação reage imediatamente, tudo nasce e renasce.
A CTBC Telecom faz parte deste cenário, atuando nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Série: Um olhar sobre o Cerrado
Tema: As Estações
Marcador: Natureza
domingo, 30 de novembro de 2025
CT Nº 530 - PAISSAGEM DA PRAIA A NOITE
“Teoricamente , sabemos que a Terra gira, mas nós não percebemos;
o solo que pisamos não parece mexer-se e vivemos tranquilos;
o mesmo acontece com o tempo de nossa vida”
Marcel Proust
Foto: Mauricio Albano
Marcador: Obra de Arte, Natureza, Praias
CT Nº 528 - A TELEMAR DESEJA A TODOS UM FELIZ NATAL
A TELEMAR deseja a todos um Feliz Natal e um Ano Novo pleno de PAZ, AMOR e PROSPERIDADE.
Foto: Mauricio Albano
Marcador: Eventos
CT Nº 526 - CTBC – TELECOM – FELIZ NATAL – EM 99, CONTE COMIGO SEMPRE QUE PRECISAR
A CTBC Telecom deseja a todos um Natal cheio de festa e um Ano Novo onde possamos juntos, juntos, construit um mundo melhor. Para isso, queremos estar cada vez mais presentes na vida da comunidade, contribuindo para um novo mundo.
Série: Natal 1998
Marcador: Eventos
sexta-feira, 31 de outubro de 2025
CT Nº 525 - CTBC – TELECOM – FELIZ NATAL – A CTBC TELECOM DESEJA A TODOS UM NATAL
A CTBC Telecom deseja a todos um Natal cheio de festa e um Ano Novo onde possamos juntos, juntos, construit um mundo melhor. Para isso, queremos estar cada vez mais presentes na vida da comunidade, contribuindo para um novo mundo.
Série: Natal 1997
Marcador: Eventos
CT Nº 524 - CTBC – TELECOM – FELIZ NATAL – NESTE NATAL LIGUE PARA QUEM VOCÊ AMA
A CTBC Telecom deseja a todos um Natal cheio de festa e um Ano Novo onde possamos juntos, juntos, construit um mundo melhor.
Para isso, queremos estar cada vez mais presentes na vida da comunidade, contribuindo para um novo mundo.
Série: Natal 1997
Marcador: Eventos
CT Nº 523 - CTBC – TELECOM – A VARIAÇÃO DE FORMAS
A variação de formas e cores das flores está ligada à variedade de polinizadores, representadps por diversos grupos de insetos – abelhas, vespas, besouros mariposas e borboletas – e aves, como o beija-flor, que nelas buscam seu alimento. A CTBC Telecom faz parte deste cenário, atuando nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Série: Um olhar sobre o Cerrado
Tema: As Flores
Marcador: Natureza, Flores
CT Nº 522 - CTBC – TELECOM – AS CHUVAS OCORREM ACOMPANHADAS
As chuvas fortes ocorrem acompanhadas de ventos, trovões e às vezes granizo, amenizando o calor intenso dos meses de outubro a março. A CTBC Telecom faz parte deste cenário, atuando nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Série: Um olhar sobre o Cerrado
Tema: As Estações
Marcador: Natureza
CT Nº 521 - CTBC – TELECOM – DURANTE A SECA
Durante a seca a terra dá sinais vitais evidentes.
Os Ipês e as Paianeiras, reinam esplendorosos e indiferentes à baixa umidade.
Buscam águas nos lençóis subterrâneos, através de suas longas raízes que percorrem os solos profundos.
A CTBC Telecom faz parte deste cenário atuando nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Série: Um olhar sobre o Cerrado
Tema: As Estações
Marcador: Natureza
segunda-feira, 1 de setembro de 2025
CT Nº 520 - CTBC – TELECOM – NO PERÍODO DA SECA
No período da seca, tendo como cenário o céu vermelho do poente, as matas esqueléticas e tortuosas compõem a paisagem mais característica e divulgada do Cerrado. A CTBC Telecom faz parte deste cenário atuando nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Série: Um olhar sobre o Cerrado
Tema: As Estações
Marcador: Natureza
CT Nº 519 - CTBC – TELECOM – NAS CHAPADAS, AS ÁGUAS DESLIZAM EM FILETES
Nas chapadas, as águas deslizam em filetes sobre rochas sedimentares, ou compõem cenários inusitados como os covoais, as lagoas e as veredas.
A CTBC Telecom faz parte deste cenário atuando nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Série: Um olhar sobre o Cerrado
Tema: As Águas
Marcador: Natureza
CT Nº 518 - CTBC – TELECOM – GOL BRASIL – COPA 98
Ligue para os amigos e junte uma grande torcida. A CTBC Telecom está com o Brasil.
Série: Copa do Mundo/98
Marcador: Eventos
CT Nº 517 - CTBC – TELECOM – INCENTIVANDO A VALORIZAÇÃO DA CRIANÇA NA COMUNIDADE
Desde 1997, a CTBC Telecom conta com o selo de Empresa Amiga da Criança, concedido pela Fundação Abrinq, pelo seu engajamento em ações e projetos que beneficiam a criança e o adolescente.
Aos 44 ano, a CTBC Telecom está cada vez mais presente na comunidade.
Série: CTBC Telecom na Comunidade
Marcador: Eventos
CT Nº 516 - CTBC – TELECOM – FRANCA: PRIMEIRA CIDADE DE SÃO PAULO
Primeira cidade de São Paulo com o serviço de telefonia celular.
No final de 1992.a CTBC Telecom lançou o serviço de telefonia móvel celular de Uberlândia, Uberaba e Franca, antes mesmo que as capitais dos Estados de Minas Gerais e São Paulo contassem com o serviço.
Série: Pioneirismo da CTBC Telecom
Marcador: Municípios Brasileiros
domingo, 31 de agosto de 2025
CT Nº 515 - PAISSAGEM COM FRASE DE WILLIAM
“Aquilo que pedimos aos ceus muitas vezes se encontra em nossas mãos”
William Shakespeare
Foto: Mauricio Albano
Marcador: Obra de Arte
CT Nº 514 - TERESINA
Teresina é um município brasileiro, capital do estado do Piauí e a única capital da Região Nordeste que não se localiza no litoral, distando 343 km do Oceano Atlântico. Com uma população estimada em 871 126 habitantes em 2021, é a cidade mais populosa do Piauí. Está conurbada com a cidade maranhense de Timon, formando assim a Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina, que aglomera cerca de 1.228.672 habitantes, sendo a segunda RIDE mais populosa de todo o Brasil, atrás apenas de Brasília. Teresina é a 21ª maior cidade do Brasil e a 17ª maior capital de estado, sendo a 7ª capital mais populosa e a 7ª capital mais rica do Nordeste.[7]
Historicamente, Teresina desenvolveu-se por meio do Rio Parnaíba, através da navegação fluvial. Sendo a primeira capital planejada do Brasil, surgiu para substituir a então capital Oeiras, que isolada na região central do Piauí, não conseguia deter a influência comercial e industrial da cidade de Caxias, no estado vizinho do Maranhão, sob boa parte do oeste do estado. É conhecida por Cidade Verde, um codinome dado pelo escritor maranhense Coelho Neto, em virtude de ter ruas e avenidas entremeadas de árvores, além de grandes áreas verdes.
Em fase de crescimento, atualmente possui uma área de 1.673 km² e é uma das mais prósperas cidades brasileiras, destacando-se no setor de prestação de serviços, comércio intenso, rede de ensino avançada, eventos culturais e esportivos, congressos, indústria têxtil e um grande e moderno complexo médico que atrai pacientes de vários estados.
Teresina é a 4ª capital mais desenvolvida do Brasil e a mais desenvolvida da região Nordeste, segundo o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal,[8] A cidade tem um alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), figurando como a 8° colocada entre as capitais do Nordeste. Ela também é a terceira cidade onde mais acontecem sequências de descargas elétricas no mundo,[9] e por esta razão, a região recebe a curiosa denominação de "Chapada do Corisco".
Com uma latitude de 05°05'20 sul e longitude de 42°48'07 oeste, localiza-se próximo à divisa com o Maranhão, ao oeste do estado, em uma altitude de 72 metros de elevação em relação ao nível do mar. A cidade é separada da cidade de Timon (Maranhão) pelo Rio Parnaíba. A parte central da cidade está situada entre o Rio Parnaíba e o Rio Poti, pertencentes à bacia hidrográfica do Rio Parnaíba. Por essa característica, há quem chame a capital piauiense de Mesopotâmia do Nordeste.[17]
De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[18] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Teresina.[19] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Teresina, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Centro-Norte Piauiense.[20]
O centro da cidade se localiza em uma depressão, e na maior parte da área do município, o relevo é bastante plano, com destaque para a região do bairro Monte Castelo (zona Sul), onde se verificam as maiores altitudes, e as adjacências dos bairros Satélite e Vila Bandeirante (ambos na zona Leste), onde existem muitos morros.
Hidrografia
A cidade é banhada por dois grandes rios: Parnaíba e o Poti, sendo o primeiro maior e principal rio do estado do Piauí e o maior rio puramente nordestino, e onde está situada a barragem de Boa Esperança, de grande potencial hídrico para agricultura, pecuária, abastecimento humano além de atividades como a piscicultura e o turismo.
O rio Poti é o terceiro maior do estado e forma um cânion no seu médio curso, de grande interesse ecológico, cultural e econômico na região. Drena uma grande área de clima semiárido onde predominam a caatinga e o cerrado. No seu baixo curso de clima tropical predominam a mata de cocais e as florestas estacionais. O rio se torna mais caudaloso até se encontra com o Parnaíba que tem águas barrentas que não se misturam com as águas escuras do rio Poti por longo percurso.[17]
Série: Capitais Brasileiras
Marcador: Capital Brasileiras
CT Nº 513 - GRAMMA LORETO
Encontrado em águas rasas, quase sempre de cabeça para baixo.
Escondem-se em pequenos buracos contidos nas grandes pedras do mafr.
Foto: Mauricio Albano
Série: Peixes da Costa Cearense
Marcador: Peixes, Comidas
CT Nº 511 - POLÍCIA MILITAR RODOVIÁRIA DE SÃO PAULO: 50 ANOS
Criada em 10 de janeiro de 1948 com efetivo inicial de 60 homens para o policiamento da Via Anchieta, conta hoje com 3700 homens e mulheres, responsáveis pela segurança de toda a malha viária Paulista.
Marcador: Órgãos Estatais
quinta-feira, 31 de julho de 2025
CT Nº 510 - CTBC – COMPANHIA TELEFÔNICA DA BORDA DO CAMPO
Anuncie na mídia que cabe no bolso de seu cliente. Para informaçõe sobre publicidade em cartões telefônicos, ligue: 0800.19.0800.
A CTBC distrubuí mais de 1,6 milhão de cartões telefônicos por mês, em 18 municípios das Regiões do ABC Paulista e Alto Tietê. Saiba como colocar sua mensagem publicitária nessa mídia, ligando para 0800 19 0800.
Marcador Publicidade
CT Nº 509 - FORTE PRÍNCIPE DA BEIRA
TELE CENTRO SUL PARTICIPAÇÕES S/A
Forte Príncipe da Beira às margens do rio Guaporé no município de Costa Marques – RO.
Construção do ano de 1776.
Marcador: Edificações
CT Nº 508 - LIGUE COELCE 196
QUEM TEM QUE SE LIGAR NA ELETRICIDADE É O APARELHO, NÃO VOCE.
Para evitar choques, que muitas vezes podem ser graves, mantenha as mãos sempre bem enxutas e use calçados de borracha quando utilizar ferros elétricos, liquidificadores e outros eletrodomésticos, principalmente se o piso estiver molhado.
COELCE – MAIS LIGADA EM VOCE
Série: Prevenção de acidentes elétricos
Marcador Publicidade
CT Nº 507 - PIAUÍ
Piauí é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Localiza-se no noroeste da Região Nordeste, engloba a Sub-Região Meio-Norte do Brasil. Limita-se com cinco estados: Ceará e Pernambuco a leste, Bahia a sul e sudeste, Tocantins a sudoeste e Maranhão a oeste. Delimitado pelo Oceano Atlântico ao norte, o Piauí tem o menor litoral do Brasil, com 66 km. Sua área é de 251 577,738 km²,[nota 1] sendo pouco maior que o Reino Unido, e tem uma população de 3 289 290 habitantes.[2]
A capital e cidade mais populosa do estado é Teresina. Está dividido em 4 mesorregiões e 15 microrregiões, divididos em 224 municípios. Os municípios com população superior a oitenta mil habitantes são Teresina, Parnaíba e Picos. Tem um relevo moderado e a regularidade da topografia é superior a 53% inferiores aos 300m. Parnaíba, Poti, Canindé, Piauí e São Nicolau são os rios mais importantes e todos eles pertencem à bacia do rio Parnaíba. Possui clima tropical e semiárido.
As principais atividades econômicas do estado são a indústria (química, têxtil, de bebidas), a agricultura (algodão, arroz, cana-de-açúcar, mandioca) e a pecuária. A região do Piauí começou a ser povoada pelos colonizadores europeus e sobretudo portugueses no século XVII, desde o interior, na época em que vaqueiros, vieram principalmente da Bahia, à procura de pastos. Em 1718, o território, até então pertencente à Bahia, passou a fazer parte do Maranhão. Em 1811, o príncipe Dom João, cinco anos antes de ser coroado rei de Portugal, elevou o Piauí à categoria de capitania independente.
Depois que o Brasil tornou-se independente, em 1822, as tropas com fidelidade a Portugal ocuparam a cidade de Parnaíba; as adesões foram recebidas pelo grupo, mas os piauienses acabaram por derrotar os portugueses em 1823. Certos anos após a batalha, por movimentos revoltosos, como a Confederação do Equador e a Balaiada, o Piauí também foi atingido. Em 1852, o governo provincial transferiu a capital de Oeiras para Teresina, desde então o estado começou a crescer economicamente. Desde a Proclamação da República no Brasil, foi apresentado pelo estado que o terreno político tornou-se tranquilo, mas foi muito difícil que o Piauí se desenvolvesse social e economicamente.
Etimologia
Inicialmente, as terras do Piauí receberam a denominação de Piagüí, nome dado pelos seus indígenas. Mais tarde, chamaram-nas Piagoí. Somente depois é que ficaram conhecidas por Piauí[7]. O topônimo "Piauí" vem da língua tupi, na qual significa "rio das piabas".[8] Também existe a teoria que a palavra Piauí significa "terra dos piagas", ou seja, terra de pajés e povos indígenas.[9]
Geografia
Relevo
O relevo piauiense abrange planícies litorâneas e aluvionares, nas faixas das margens do rio Parnaíba e de seus afluentes, que permeiam a parte central e norte do estado. Ao longo das fronteiras com o Ceará, Pernambuco e Bahia, nas chapadas de Ibiapaba e do Araripe, a leste e da Tabatinga e das Mangabeiras, ao sul, encontram-se as maiores altitudes da região, situadas em torno de novecentos metros de altitude. Entre essas zonas elevadas e o curso dos rios que permeiam o estado, como, por exemplo, o Gurgueia, o Fidalgo, o Uruçuí Preto e o Parnaíba, encontram-se formações tabulares, contornadas por escarpas íngremes, resultantes da áreas erosivas das águas.
Hidrografia
Enquanto quase todos os estados do Nordeste oriental contam com apenas um rio perene, o rio São Francisco, com aproximadamente 1 800 quilômetros dentro de seus territórios, o Piauí conta com o rio Parnaíba e com alguns de seus afluentes, entre eles o Uruçuí Preto e o Gurgueia, que, somando-se seus cursos permanentes, ultrapassam 2 600 km de extensão. O estado conta ainda com lagoas de notável expressão, tais como a de Parnaguá, Buriti e Cajueiro, que vêm sendo aproveitadas em projetos de irrigação e abastecimento de água na região.
A perenidade dos rios piauienses, entretanto, encontra-se ameaçada. Os rios sofrem intenso processo de assoreamento, sempre crescente, em decorrência do desmatamento acentuado que ocorre no estado, principalmente nas nascentes e nas margens dos rios. O estado encontra-se com 82,5% de seu território dentro do polígono das secas, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).[12]
Vegetação
Predominam quatro classes de vegetação: caatinga, cerrado, floresta estacional semidecidual e a mata de cocais.
Caatinga: tem sua ocorrência em ambientes de clima tropical semiárido. Os vegetais da caatinga apresentam adaptações a esse ambiente. Têm folhas grossas e pequenas, muitas delas com forma de espinhos, que perdem pouca água pela transpiração. Registrada principalmente no sul e sudeste do estado; é composta por cactáceas, bromélias, arbustos e árvores de pequeno até grande porte em áreas brejosas.
Cerrado: estende-se nas porções sudoeste e norte do estado; apresenta arbustos, árvores e galhos retorcidas, folhas grandes, casca grossa, raízes profundas e algumas gramíneas, cactos, bromélias e ervas cobrindo o solo. Encontra-se no sul, sudoeste e da região central ao leste.
Floresta estacional semidecidual: ocorre da foz do rio Canindé no médio Parnaíba até o baixo Parnaíba, além de outra extensão no vale do rio Gurgueia, é mista com a floresta de palmáceas principalmente acompanhado o rio Parnaíba; espécies ocorrentes carnaúba, babaçu, buriti, macaúba, tucum, pati e outras. Essas palmeiras podem ser encontradas no cerrado. Quanto aos vegetais lenhosos a variedade é impressionante desde pequenas ervas e arbustos de alguns centímetros á árvores de grande porte com mais de 20 a 30 metros, no período seco algumas plantas perdem as folhas e outras se mantém verdes o ano todo; espécies ocorrentes angico branco, jatobá, cedro, ipê-roxo, pau-d'arco-amarelo, ipê-amarelo, tamboril, gonçalo alves, violeta, sapucaia, sapucarana, louro-pardo, aroeira, cajazeira, guaianã, oiti, caneleiro, burra-leiteira, chichá, açoita cavalos, moreira, azeitona, jenipapo, algodão bravo, podoí, pau de rato, juazeiro, tuturubá, mutambá, goiaba, quabiraba entre outras.
Mata de cocais: vegetação predominante entre a Amazônia e a caatinga, onde predominam as palmeiras ora mescladas pela floresta estacional semidecidual ora em agrupamentos quase puros, ocorrem preferencialmente em baixadas onde o lençol freático e mais raso , mantêm-se sempre verdes todo o ano e produzem muitos frutos tanto para o extrativismo das populações locais como para fauna silvestre. predomina nos estados do Maranhão, Piauí, ceará e norte do Tocantins. No Piauí, predominam as palmeiras babaçu, carnaúba, buriti, tucum, macaúba, patizeiro além de muitas outras.
Clima
Duas tipologias climáticas ocorrem no estado:
A primeira, classificada por Köppen como tropical de savana (Aw); domina a maior parte do território variando entre 25 e 27 °C. As chuvas na área de ocorrência deste clima também são variáveis. Ao sul, indicam cerca de 700mm anuais, mais ao norte a pluviosidade aumenta, atingindo índices próximos a 1.200mm/ano.
O segundo tipo de clima predomina na porção sudeste do estado, sendo classificado como semiárido quente (BSh). As chuvas ocorrem durante o verão, distribuindo-se irregularmente, alcançando índices de 600mm/ano; pela baixa pluviosidade, a estação seca é prolongada (oito meses mais ou menos) sendo mais drástica no centro da Serra da Ibiapaba. As temperaturas giram na casa dos 24 a 40 °C, tendo seus invernos secos.
Disputa de limites territoriais
Ver artigo principal: Litígio de limites entre Ceará e Piauí
O litígio de limites entre Ceará e Piauí compreende um território de aproximadamente 3.000 km², localizado na Serra da Ibiapaba, nos limites entre os estados brasileiros do Ceará e do Piauí.[13] As regiões reivindicadas passaram a ser popularmente conhecidas como Cerapió e Piocerá.[14]
O litígio tem origem no governo colonial de Manuel Inácio de Sampaio e Pina Freire, do Ceará, quando o engenheiro Silva Paulet apresentou um mapa da província que mostrava o limite oeste do litoral até a foz do rio Igaraçu. Dessa forma, a localidade de Amarração, atual cidade piauiense de Luís Correia faria parte do território do Ceará. Durante o século XIX a localidade teve assistência da cidade cearense vizinha, Granja, até que em 1874 os parlamentares estaduais decidiram elevar a localidade à categoria de vila. Tal atitude chamou a atenção dos políticos do Piauí que reivindicaram o território. A solução para o impasse ocorreu com o Decreto Geral nº 3.012, de 22 de novembro de 1880, determinando que haveria uma troca, na qual o Piauí restabeleceria a totalidade de seu litoral e o Ceará incorporaria os municípios de Crateús e Independência.[15]
Desde essa época, portanto, que nos limites entre o Ceará e o Piauí persistem vários pontos com indefinições[16] e ambas as unidades da federação continuam disputando o controle de tais locais. Segundo o deputado estadual Neto Nunes (PMDB-CE), a indefinição permanece porque «o Piauí quer uma parte de serra, fértil, bom clima, com pousadas, uma região turística do estado», enquanto o pedaço trocado pelo litoral seria de sertão.[17]
Após a Constituição de 1988, foi proposto que em 1991 seria resolvida a questão do litígio de limites entre os estados, mas só em 2008 foi apresentado um acordo sobre a questão, com o Piauí ficando com 1.500 hectares e o Ceará com 1.000.[18] Em outubro de 2011, no entanto, o diálogo entre os dois estados foi abalado pela decisão do governo do Piauí de entrar com uma ação civil ordinária no Supremo Tribunal Federal (STF), reivindicando uma área total de 2.821 quilômetros quadrados que hoje pertence ao Ceará.[19] Se o STF acatar o pedido do governo piauiense, o estado do Ceará perderia 66% do município de Poranga, 32% de Croatá, 21% de Guaraciaba do Norte, 18% de Carnaubal, 8% de Crateús, além de 7% de Ipaporanga.[19]
Tendo sido a região efetivamente colonizada por portugueses, o estado do Piauí é muito rico em manifestações culturais. Como o estado é relativamente grande, havendo vários tipos de clima, vegetação e relevo, é comum a variedade de culturas conforme o local. As manifestações mais comuns no Piauí são: Bumba-Meu-Boi, Cavalo Piancó, Congada, Samba de Cumbucaoda de São Gonçalo, Reisado, entre outros destaca-se o festival de São João.
A culinária piauiense é conhecida pelo gosto pelos temperos como a pimenta de cheiro, o coentro e o cheiro verde. O maior destaque é a galinha à cabidela, popularmente conhecida com galinha caipira, que é cozida ao molho e acrescenta-se um pouco do sangue da galinha.
Outros destaques aparecem no acompanhamento da galinha que são a paçoca (carne seca pilada com farinha), a Maria Isabel (arroz misturado com carne seca), o baião de dois (arroz misturado com feijão novo) e o sarapatel (confeccionado com carne, fígado, coração e rim de porco). Destacam-se também comidas populares como a buchada de bode e a panelada, servida nos mercados públicos.
Apesar de todas essas especiarias famosas e deliciosas a estrela de todas fica com os derivados do caju: o doce e a famosa cajuína (bebida sem álcool, clarificada e esterilizada, preparada a partir do suco de caju, apresentando uma cor amarelo-âmbar, resultante da caramelização dos açúcares naturais do suco).
Série: Estados Brsileiros
Marcador: Estados Brasileiros
CT Nº 506 - A TELECEARÁ LIGOU O CEARA COM O FUTURO
Barcos de pescadores na enseada do Mucuripe.
Em plena efervecência da Av. Beira Mar, de Fortaleza, a tradição continua: barcos de pescadores.
Marcador: Paissagens Cearenses, Praias
segunda-feira, 30 de junho de 2025
CT Nº 505 - ESPÍRITO SANTO
O Espírito Santo é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado na região Sudeste. Faz divisa com o oceano Atlântico a leste, com a Bahia ao norte, com Minas Gerais a oeste e com o estado do Rio de Janeiro ao sul. Sua área é de 46 095,583 km². É o quarto menor estado do Brasil, maior apenas que Sergipe, Alagoas e Rio de Janeiro.[7] Sua capital é Vitória, porém Serra é o município mais populoso. O Espírito Santo é, ao lado de Santa Catarina, um dos únicos entre os estados do Brasil no qual a capital não é o município mais populoso de seu estado. O gentílico do estado é capixaba ou espírito-santense.[7]
Em 1535, os colonizadores portugueses chegaram na Capitania do Espírito Santo e desembarcaram na região da Prainha. Naquela época, teve início a construção do primeiro povoado que recebeu o nome de Vila do Espírito Santo. Por causa dos índios terem atacado a Vila do Espírito Santo, o líder Vasco Fernandes Coutinho fundou outra vila, naquela vez em uma das ilhas. Esta vila passou a ser chamada de Vila Nova do Espírito Santo, atual Vitória. Enquanto isso, a antiga recebeu o nome de Vila Velha. Houve um tempo, que poucas pessoas conhecem, em que houve a anexação do Espírito Santo à Bahia. Isso ocorreu no ano de 1715. Então, a capital da extinta Capitania do Espírito Santo passou a ser Salvador.[8] A Capitania do Espírito Santo somente recuperou sua autonomia da Capitania da Bahia em 1809. Com a proclamação da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, o seu status foi alterado para província, permanecendo assim até a Proclamação da República Brasileira, em 15 de novembro de 1889, quando se transformou no atual estado do Espírito Santo.
Atualmente, a capital Vitória é um importante porto exportador de minério de ferro. Na agricultura, merecem destaque os seguintes produtos econômicos: o café, arroz, cacau, cana-de-açúcar, feijão, frutas e milho. Na pecuária, há criação de gado de corte e leiteiro. Na indústria, são fabricados produtos alimentícios, madeira, celulose, têxteis, móveis e siderurgia.[8] O estado também possui festas famosas. Entre elas podemos citar: a Festa da Polenta em Venda Nova do Imigrante, a Festa da Penha em Vila Velha e o Festival de Arte e Música de Alegre. O Vital (carnaval fora de época, em novembro) foi extinto.[8]
O nome do estado é uma denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.[9] Como curiosidade dessa etimologia, merece destaque o Convento de Nossa Senhora da Penha, símbolo da religiosidade capixaba que abriga em seu acervo a tela mais antiga da América Latina, a imagem de Nossa Senhora das Alegrias.[10]
Etimologia
Em junho de 1534 foram concedidas cinquenta léguas de litoral entre os rios Mucuri e Itapemirim. A concessão foi feita pelo rei de Portugal Dom João III, entregando o lote da capitania ao fidalgo português Vasco Fernandes Coutinho, veterano das Índias, que participara de forma vitoriosa em batalhas na Ásia e na África. O fidalgo donatário desembarcou no território da capitania a 23 de maio de 1535 e fundou uma vila, denominada Vila do Espírito Santo, por ser domingo do Pentecostes (atualmente é a cidade de Vila Velha).[11] Em 1535, a vila deu o nome à capitania, transferindo o nome à província, em 1822, e ao estado, em 1889.[12]. Assim, 35 anos após o Descobrimento do Brasil, nascia um dos estados mais antigos do Brasil.[11]
Os habitantes naturais do estado do Espírito Santo são denominados capixabas (ou espírito-santenses). O gentílico foi dado aos futuros cidadãos do Espírito Santo devido às roças de milho que ficavam na ilha de Vitória. As roças pertenciam aos índios, os primeiros habitantes da região quando os portugueses aí chegaram. Tudo leva a crer que a referida assertiva intelectual ajuda a evitar a confusão do nome da unidade federativa brasileira com o nome da terceira pessoa da Santíssima Trindade.[13]
História
Período pré-cabralino
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:E11_p9.jpghttps://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:E11_p9.jpgFamília de índios botocudosVer artigo principal: História pré-cabralina do Brasil
Inicialmente, a região era habitada por diversas tribos indígenas,[14] todas pertencentes ao tronco Tupi; as tribos do interior eram chamadas de Botocudos,[14] sendo-lhes atribuído comportamento hostil e belicoso, além da prática de antropofagia.[15] No litoral, as tribos também eram hostis, porém de hábitos um pouco diferentes.[14]
Na região Sul do atual estado e na região da serra do Caparaó, as tribos não eram hostis,[14] e o seu nome deriva de seu hábito de levar os visitantes para "ouvir o silêncio" da Serra do Castelo.[14] As demais tribos eram os aimorés e os goitacás.[14]
O estado do Espírito Santo ocupa uma área de 46 095,583 km² no litoral do Brasil, localiza-se a oeste do Meridiano de Greenwich e a sul da Linha do Equador e com fuso horário de menos três horas em relação à hora mundial GMT. No Brasil, o estado faz parte da região Sudeste, fazendo divisa com os estados de Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro. O estado é banhado pelo oceano Atlântico.[39]
Cerca de 40% do território do estado encontra-se em uma faixa de planície,[40] porém a variação das altitudes é bem grande. O relevo apresenta-se dividido em duas regiões distintas: A Baixada Espírito-Santense e a Serra do Castelo, na qual fica o Pico da Bandeira com 2 892 m, na serra de Caparaó.[41] Seu clima predominante é o tropical de Altitude do tipo Cwb.[42] O bioma (dominío morfoclimático) do estado são os chamados "Mares de Morros" caracterizados pela vegetação tropical, em climas mais amenos, formados por serras fortemente erodidas.[43] Os principais rios capixabas são o Doce, o São Mateus, o Itaúnas, o Itapemirim e o Jucu. Os cinco integram as Bacias Costeiras do Sudeste.[39]
O clima é tropical litorâneo úmido, influenciado pela massa de ar tropical atlântica. As chuvas concentram-se no verão. A temperatura média varia entre 22 °C e 24 °C, e a pluviosidade, entre 1 000 mm e 1 500 mm anuais.[39] Os principais rios do estado são, de norte para o sul,[44] o Itaúnas,[44] o São Mateus,[44] o Doce[44] e o Itapemirim,[44] que correm de oeste para leste, isto é, da serra para o litoral. O mais importante deles é o Doce,[44] que nasce em Minas Gerais[44] e divide o território espírito-santense em duas partes quase iguais.[45] Em seu delta formam-se numerosas lagoas, das quais a mais importante é a de Juparanã.[45]
Série: Estados Brsileiros
Marcador: Estados Brasileiros
CT Nº 504 - DIA INTERNACIONAL DA MULHER - 1996
O Dia Internacional das Mulheres é celebrado, anualmente, no dia 8 de março.
A ideia de uma comemoração anual surgiu depois que o Partido Socialista da América organizou o Dia das Mulheres, em 20 de fevereiro de 1909, em Nova York — uma jornada de manifestação pela igualdade de direitos civis e em favor do voto feminino.[1][2] Durante as conferências de mulheres da Internacional Socialista, em Copenhague, 1910, foi sugerido, por Clara Zetkin, que o Dia das Mulheres passasse a ser celebrado todos os anos, sem que, no entanto, fosse definida uma data específica.[3] A partir de 1913, as mulheres russas passaram a celebrar a data com manifestações realizadas no último domingo de fevereiro. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro, no calendário juliano[4]), ainda na Rússia Imperial, organizou-se uma grande passeata de mulheres, em protesto contra a carestia, o desemprego e a deterioração geral das condições de vida no país. Operários metalúrgicos acabaram se juntando à manifestação, que se estendeu por dias e acabou por precipitar a Revolução de 1917.[1] Nos anos seguintes, o Dia das Mulheres passou a ser comemorado naquela mesma data, pelo movimento socialista, na Rússia e em países do bloco soviético.
Em 1975, o dia 8 de março foi instituído como Dia Internacional das Mulheres, pelas Nações Unidas. Atualmente, a data é comemorada em mais de 100 países — como um dia de protesto por direitos ou de edulcorada celebração do feminino, comparável ao Dia das Mães. Em outros países, a data é amplamente ignorada.[5]
Uma origem mundial para a data
A ideia de criar o Dia das mulheres surgiu entre o final do século XIX e o início do século XX nos Estados Unidos[6] e na Europa, no contexto das lutas feministas por melhores condições de vida e trabalho, e pelo direito de voto. Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhaga, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas pelos direitos das mulheres trabalhadoras,[7][8] sem contudo fixar uma data específica.[3]
As celebrações do Dia Internacional das Mulheres ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país.[1] A primeira celebração deu-se a 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes, usualmente durante a semana de comemorações da Comuna de Paris, no final de março. As manifestações uniam o movimento socialista, que lutava por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas, ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos.
No início de 1917, na Rússia, ocorreram manifestações de trabalhadoras por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917.[9][6] A data da principal manifestação, 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), foi instituída como Dia Internacional da Mulher pelo movimento internacional socialista.
Na década de 1970, o ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e o dia 8 de março foi adotado como o Dia Internacional da Mulher pelas Nações Unidas, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.
Sobre a origem de comemoração do Dia Internacional da Mulher não há concordância absoluta diante das múltiplas manifestações de luta de mulheres por todo o mundo. A professora e filósofa socialista estado-unidense Angela Davis cita um evento ocorrido em 1908 em que "as mulheres socialistas do Lower East Side, em Nova York, organizaram uma manifestação de massa em apoio ao sufrágio igualitário, cujo aniversário (do Dia da Mulher) seria comemorado".[10] Mas, o objetivo das manifestações ainda eram lutas dispersas por diversos direitos específicos, e no caso apontado, era o direito das mulheres ao voto nos Estados Unidos.
Após isto uma das primeiras celebrações do dia da mulher foi no dia 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória de uma greve, realizada no ano anterior, que mobilizou as operárias na indústria do vestuário de Nova York contra as más condições de trabalho.[11]
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhagen, Dinamarca, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada a proposta, apresentada pela socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um Dia Internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.[11][12][13] No ano seguinte, uma comemoração do Dia Internacional da Mulher foi observada no dia 19 de março na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, onde mais de um milhão de homens e mulheres participaram de manifestações que exigiam os direitos de votar e ser votada, de trabalhar, de receber educação vocacional e, também, o fim da discriminação no trabalho.[11]
Controvérsias sobre as origens
Por muitos anos, associou-se o dia 8 de março à ocorrência de grandes incêndios em fábricas, no início do século, quando dezenas de operárias teriam perecido. O mais conhecido desses incidentes é o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que realmente ocorreu, em 25 de março de 1911, às 5 horas da tarde, e matou 146 trabalhadores: 125 mulheres e 21 homens. A fábrica empregava 600 pessoas, em sua maioria mulheres imigrantes judias e italianas, com idade entre 13 e 23 anos. Uma das consequências da tragédia foi o fortalecimento do Sindicato Internacional de Trabalhadores na Confecção de Roupas de Senhoras, conhecido pela sigla inglesa ILGWU. A acadêmica Eva Blay considera "muito provável que o sacrifício das trabalhadoras da Triangle tenha se incorporado ao imaginário coletivo da luta das mulheres", mas ressalta que "o processo de instituição de um Dia Internacional da Mulher já vinha sendo elaborado pelas socialistas americanas e européias desde algum tempo antes e foi ratificado com a proposta de Clara Zetkin".[14]
Na mesma linha, a historiadora espanhola Ana Isabel Álvarez González explica, no livro As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres (publicado em 2010 no Brasil pela editora Expressão Popular), que a origem da data passa ao mesmo tempo pelos Estados Unidos e pela Rússia soviética. A autora, que buscou fontes primárias tanto na historiografia americana quanto na espanhola, confirma que o incêndio da Triangle realmente ocorreu em 1911, no dia 25 de março - e não no dia 8, lembrando que 8 de março de 1911 foi um domingo, data improvável para a deflagração de uma greve. Embora incêndios desse tipo não fossem incomuns à época, González ressalta que o incêndio foi muito significativo para o movimento operário norte-americano e para o movimento feminista. Mas, sozinho, o incidente não explica a origem do Dia Internacional da Mulher.[15]
Além do incêndio da fábrica Triangle, que efetivamente aconteceu, há uma outra história bem parecida, que parece ter sido uma simples invenção. Em 1955, Liliane Kandel e Françoise Picq escreveram, num artigo do jornal L'Humanité, sobre o mito de que a data teria como origem a celebração da luta e da greve de trabalhadoras no setor têxtil de Nova York, em 1857 — as quais teriam sido duramente reprimidas pela polícia ou mortas em um incêndio criminoso na fábrica, conforme as diferentes versões do mito. Não há indícios de que isso tenha ocorrido e, segundo as autoras, tais versões parecem ter sido criadas pela Union des Femmes Françaises, que pretendia converter a comemoração do Dia da Mulher em uma espécie de Dia das Mães, totalmente desprovida de qualquer sentido de luta feminina, tal qual se tornara na URSS e nos países do bloco soviético.[16][1][17]
Relação com a Revolução Russa
Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada na Casa do Povo (Folket Hus), em Copenhagen, Dinamarca, Clara Zetkin propôs a criação de uma jornada anual de protestos em prol dos direitos das mulheres, mas sem fixar uma data específica. A primeira comemoração oficial deu-se em 19 de março de 1911. Em 1915, a militante comunista Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Cristiânia, perto de Oslo, contra a guerra. Em 23 de fevereiro de 1917 (8 de março no calendário gregoriano), houve uma greve de trabalhadoras russas do setor de tecelagem. Considerada por Trotski como espontânea e não organizada, a greve teria sido o primeiro momento da Revolução de 1917.[1
Após 1945
Após 1945, nos países do chamado bloco soviético, a data continuou a ser um feriado comemorado. Na antiga URSS, durante a era Stalin, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda do PCUS. Também era amplamente celebrado nos países do bloco, na Europa Ocidental.
Na Tchecoslováquia, por exemplo, a celebração era apoiada pelo Partido Comunista local. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era também usado como instrumento de propaganda, visando convencer as mulheres de que o partido realmente levava em consideração as necessidades femininas ao formular políticas sociais. Gradativamente, a celebração ritualística do Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres recebiam uma flor ou um pequeno presente do chefe. A data foi ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão, de modo que o propósito original da celebração se perdeu completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime. Mas o dia permanece como feriado oficial, na Rússia, Bielorrússia, Macedônia do Norte, Moldávia e Ucrânia.
No resto do Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960.
Resgate da data
Já na década de 1970, o ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher, e o dia 8 de março foi adotado como o Dia Internacional da Mulher pelas Nações Unidas, com a finalidade de lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independentemente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.[11]
Em 2008, a ONU lançou a campanha “As Mulheres Fazem a Notícia”, destinada a estimular a igualdade de gênero na comunicação social mundial.[18] Na atualidade, porém, considera-se que a celebração do Dia Internacional da Mulher tenha tido o seu sentido original parcialmente diluído, adquirindo frequentemente um caráter festivo e comercial, como o hábito de empregadores distribuírem rosas vermelhas ou pequenos mimos entre as suas empregadas - ação que em nada evoca o espírito das manifestantes russas do 8 de março de 1917.[17]
Marcador: Eventos
CT Nº 503 - DISQUE PIADAS 137
Amplie seu repertório de piadas com o serviço 137 – Disque Piadas da CTBC Telecom.
Diariamente, você ouve alguns dos melhores humoristas do Brasil contando as melhores piadas.
Voce não vai parar de rir.
Marcador: Eventos
CT Nº 502 - CONDEX PRESENTE NO EVENTO
Sistema Telebrás Presente no Evento
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo
Data: 18 a 22 de agosto de 1997
Marcador: Eventos
CT Nº 501 - MACAPÁ
Macapá (AFI: /makaˈpa/) é um município brasileiro, capital do estado do Amapá, Região Norte do país. Sua população estimada em 2021 é de 522 357 habitantes, sendo o 51° município mais populoso do Brasil e o quinto mais populoso da Região Norte.[1] Situa-se no sudeste do estado e é a única capital estadual brasileira que não possui interligação por rodovia a outras capitais.[8] Além disso, é a única cortada pela linha do Equador e que se localiza no delta do rio Amazonas, distando 1 791 quilômetros de Brasília.
O município detém o 94º maior produto interno bruto da nação, com 8,9 bilhões de reais e é a quinta cidade mais rica do norte brasileiro, respondendo por 2,85% de todo o produto interno bruto (PIB) da região. Na Amazônia, é a terceira maior aglomeração urbana, com 3,5% da população de toda a Região Norte do Brasil, reunindo em sua região metropolitana quase 560 mil habitantes. Aproximadamente 60% da população do estado está na capital.[9] Sua área é de 6.407 km² representando 4,4863 % do Estado, 0,1663 % da Região e 0,0754 % de todo o território brasileiro[10]
O Território Federal do Amapá foi criado em 13 de setembro de 1943 pelo Decreto-Lei nº 5.812/43, juntamente com outros quatro territórios federais: Guaporé, Rio Branco, Iguaçu, Ponta Porã.[26] Em 27 de dezembro de 1943, Getúlio Vargas designou o capitão Janary Gentil Nunes para assumir o posto de primeiro governador do território. Imediatamente, Janary Nunes visitou os principais núcleos populacionais do Território do Amapá. Naquele momento, imaginou-se como capital do território o município de Amapá, porém, o isolamento geográfico fez com que Janary Nunes decidisse pela instalação da capital em Macapá, mais acessível por via fluvial e com estruturas urbanas mais promissoras. Desse modo, Janary Nunes instalou o primeiro governo territorial na cidade de Macapá em 25 de janeiro de 1944.[24] Os primeiros relatórios governamentais expressavam as condições críticas em que o recém-criado Território Federal do Amapá se encontrava: insuficiente e precário estado das habitações que sequer dispunham de condições de saneamento e higiene; ausência de serviços de água encanada, energia elétrica ou esgotos; a necessidade de olaria ou serraria no território para realização de toda e qualquer construção; a dificuldade de desembarque que ainda afetava o miserável comércio; a carência de mercadorias; ausência de prédios adequados à acomodação dos órgãos públicos e falta de pessoas para a realização de todos os serviços.[27] Desse modo, os primeiros anos da administração territorial, nas décadas de 1940 e 1950, foram marcados por grandes obras e incentivos públicos de ocupação do território e desenvolvimento econômico, dentre elas: a construção de escolas públicas nas sedes municipais e em algumas vilas, a urbanização da capital, a construção dos edifícios da Administração Pública Territorial e a criação de polos agrícolas.[24][28]
O processo de urbanização de Macapá implicou na controversa remoção da população negra do centro histórico para uma região periférica onde hoje são os bairros Laguinho e Santa Rita (antigo Bairro da Favela), fato que ainda é relembrado e causa ressentimento entre aqueles que foram removidos e seus descendentes. Embora Julião Ramos (1876-1958), um dos líderes negros da época, e seus familiares apoiassem a política de remoção, Josefa Lino da Silva (Tia Zefa, centenária brincante de marabaixo) relembra que "a maioria dos negros não gostou, mas ninguém nada falava". Maria Felícia Cardoso Ramos, outra idosa brincante do marabaixo, diz "os negros saíam das casas, mas com aquela mágoa. Nós saímos com mágoa".[28][29][30][31][32]
A criação do Território Federal do Amapá (1943) e a elevação à categoria de estado (1988) culminaram em intensa migração, que trouxe pessoas de várias partes do Brasil em busca de melhorias de vida. Entre 1990 e 2010, a população de Macapá cresceu 136%, passando de 132.668 pessoas para 381.214 habitantes. Atualmente mais de 94% de sua população reside no urbano. A partir de 2010, o processo de expansão urbana atual de Macapá segue uma lógica de verticalização e dispersão. A verticalização se dá no aumento da construção de torres no centro da cidade, direcionadas a públicos de média e alta renda, o que deve ocasionar aumento no número de indivíduos desses grupos sociais ocupando essa área urbana. A dispersão se relaciona ao número de condomínios e loteamentos horizontais que estão sendo construídos em áreas mais afastadas da cidade e com baixa densidade populacional. Por outro lado, em torno de 14% da população (cerca de 60 mil pessoas) vivem em habitações palafíticas precárias, sobre áreas alagadas, que estão em vários lugares da cidade, o que contribuiu para acentuar os impactos ambientais.[33][34]
Série: Municípios Brasileiros
Marcador: Municípios Brasileiros
sábado, 31 de maio de 2025
CT Nº 500 - DESEMBARQUE DE PEDRO ALVARES
Pintura Histórica: “Desembarque de Pedro Álvares Cabral, na baía Cabrália em 1500”, óleo de Oscar Pereira da Silva.
Marcador: Obra de Arte
CT Nº 498 - FONTE DONA BELA – ARAXÁ-MG
Fonte de água bicarbonatada cálcica magnesiana e radioativa localiza-se em uma gruta estilizada em forma de emanatório.
A água desce das pedras num belíssimo visual. De um chafariz de pedra jorram águas puríssimas, oriundas de poços profundos. As paredes apresentam, em azulejos, a figura de Dona Beja, nua, banhando-se em águas radioativas.
Foto: Júlio Bernardes.
Localizada na Estância do Barreiro, a 8km do centro da cidade, é uma fonte natural que brota entre rochas vulcânicas (Araxá está em cima de um vulcão inativo), cuja água radiotiva e mineral tem propriedades medicinais e é muito procurada para os mais variados tratamentos.
Foi nomeada em homenagem à Dona Beja, uma das figuras históricas mais conhecidas da cidade de Araxá. Reza a lenda que a fonte está localizada no local onde Dona Beja se banhava e que a água era a responsável por mantê-la bela e jovem. Vários moradores locais realmente acreditam nisso.
A fonte fica dentro de uma construção de dois andares muito bonita.
No primeiro andar, encontra-se a fonte propriamente dita, adornada por azulejos brancos e azuis, pintados à mão, que retratam os banhos de Dona Beja.
É possível subir ao segundo andar, onde se encontra um mirante com vista panorâmica e belíssima do Lago do Barreiro, do Tauá Grande Hotel Termas & Convention de Araxá e de muita natureza.
A entrada é de graça e a visita dura em torno de 30 minutos. Para se ter as melhores vistas é recomendável a visitação nos horários em que tenha mais luminosidade, ou seja, entre as 08:00h e 16:00h.
Para quem for à Araxá, vale a pena o passeio!
Série: Retrato de Minas
Marcador: Natureza
CT Nº 497 - PRAIA DA REDONDA
Praia Redonda é uma praia de Icapuí, município do estado do Ceará), a 15 quilômetros do centro da cidade.
As coordenadas geográficas da praia são: S 04 39,000' W 37 28,480'.
É uma vila de pescadores, e destaca-se pela exuberância de suas falésias multicoloridas.
Tem como vizinhos a praia de Peroba a leste, e praia de Ponta Grossa a oeste.
Série: Praias Cearenses
Marcador: Paisagens Cearenses, Praias, Logradouro.
CT Nº 495 - PESCA DE TARRAFA
Pesca da tarrafa, instrumento produzido artesanalmente para captura de peixes em lagos, açudes e rios.
Foto: Mauricio Albano
Marcador: Artesanato.
CT Nº 494 - PRAIA DE PONTA GROSSA
Ponta Grossa é um praia brasileira localizada no município de Icapuí no estado do Ceará. É uma praia de dunas e falésias, sendo ainda pouco explorada do ponto de vista turístico.
Supõe-se que foi o local no qual o navegador espanhol Vicente Pinzón desembarcou no Brasil. Como não se tratava de uma viagem oficial, a visita não foi aceita como um descobrimento. Fala-se que o navegador espanhol, que teria chegado à costa brasileira dois meses antes de Cabral chegar a Porto Seguro, na Bahia, teria batizado o lugar de Cabo de Santa Maria de la Consolación.
Série: Praias Cearenses
Marcador: Praias, Paisagens Cearenses, Natureza.
CT Nº 493 - AVES DO BRASIL
Nome popular: Maria-leque
A maria-leque-do-sudeste (Onychorhynchus swainsoni) é uma ave passeriforme da família Tityridae.
Medindo de 16 a 17,5 cm de comprimento e pesando entre 13 e 21 gramas, a maria-leque-do-sudeste conta com uma crista espetacular, mas raramente vista.
A parte de cima tem uma coloração uniforme marrom-pálida, cauda e uropígio canela, uma garganta esbranquiçada, e parte de baixo ocrácea.
A crista é geralmente deixada plana, dando uma forma de cabeça de martelo à cabeça.
Quando levantada, a crista mostra uma notável combinação de escarlate, preto e azul (o amarelo substituindo o vermelho nas fêmeas).
A espécie é endêmica da Mata Atlântica do sudeste do Brasil, e está ameaçada por causa da perda de habitat.
Fotografado no Parque Marumby-PR
Marcador: Aves
CT Nº 492 - RIO ARACOIABA – BATURITÉ-CE
O rio Aracoiaba é um rio brasileiro localizado no maciço de Baturité, estado do Ceará.
Suas fontes localizam-se nos municípios de Aracoiaba (riachos da Carnaua e Oiticica), Baturité (rio Putiú e riachos Supriano e Mucunã), Guaramiranga (riacho Sinimbu), Mulungu (riacho Santa Clara), Pacoti (riacho Pilar) e Redenção (riachos Corrente, Salgado e do Susto).
O Aracoiaba deságua no rio Choró, no município de Aracoiaba. Na cidade de Baturité ele recebe a águas do rio Putiú, seu principal afluente. Durante o percurso, suas águas são barradas por dois açudes: Tijuquinha e Aracoiaba.
Foto: Mauricio Albano
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
Série: Quedas D1agua Cearense
Marcador: Natureza, Paisagens Cearenses.
quarta-feira, 30 de abril de 2025
CT Nº 490 - SOIM
Encontrado em todo o Ceará esses animais vivem em família, saltitando nas copas das árvores, alimentando-se das mais variadas frutas.
Série: Animais Exóticos
Marcador: Animais
Assinar:
Comentários (Atom)

















































