sexta-feira, 30 de setembro de 2022
CT Nº 195 – MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO – MASP
Dionísio e Adriane
Detalhe mostra os cupidos que simbolizam o encontro amoroso entre o deus Dionísio e Ariadne na ilha de Naxos, após ter sido esta abandonada por Teseu.
Série: Museus
Marcador: Obra de Arte
Dois Cartões
CT Nº 194 – ARQUIVO GERAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
BONDE ELÉTRICO DE ASSISTÊNCIA PÚBLICA
Transporte usado para atendimentos médicos em áreas servidas por bondes da Light.
Série: Bondes
Marcador: Transportes
CT Nº 193 – CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DO MARECHAL DO AR EDUARDO GOMES 1896-1986
Proclamado Patrono da Força Aérea Brasileira, através do Decreto Lei nº 7.243, de 06/11/84.
Marcador: Eventos
Dois cartões
CT Nº 192 – BRASIL – MEDALHAS DE OURO NOS JOGOS OLÍMPICOS
Em 23 participações nos Jogos Olímpicos de Verão, atletas enviados pelo Comitê Olímpico Brasileiro conquistaram um total de 150 medalhas (37 de ouro, 42 de prata e 71 de bronze). Com 24 medalhas, o judô e o voleibol (11 na quadra e 13 na praia) são os esportes que mais medalhas deram para o Brasil, seguido pela vela e pelo atletismo, com 19 medalhas cada. A vela e o voleibol (quadra e praia) são os esportes com mais medalhas de ouro, num total de oito cada um.[1] O país também já participou de oito edições dos Jogos Olímpicos de Inverno, sem conquistar nenhuma medalha.
O Brasil tem 15 bicampeões olímpicos: Adhemar Ferreira da Silva (atletismo), Torben Grael, Marcelo Ferreira, Robert Scheidt, Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Maurício Lima, Giovane Gávio e Sérgio Dutra (voleibol masculino),[2] Fabi Oliveira, Jaqueline Carvalho, Fabiana Claudino, Paula Pequeno, Thaísa Menezes e Sheilla Castro (voleibol feminino).[3] Não-oficialmente, por não receber medalhas, há um brasileiro tricampeão olímpico, o técnico de voleibol José Roberto Guimarães, que liderou ao ouro a equipe masculina em Barcelona 1992 e a equipe feminina em Pequim 2008 e Londres 2012.[4]
O canoísta Isaquias Queiroz é o único brasileiro a ganhar três medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos, feito que conquistou durante a Rio 2016.[5] A skatista Rayssa Leal é a mais jovem atleta brasileira medalhista em Olimpíadas, feito conseguido aos 13 anos e sete meses de idade em Tóquio 2020.[6] Já o atleta mais velho medalhado é Torben Grael[7], medalhista aos 44 anos, em Atenas 2004. Entre as mulheres, esse recorde pertence à jogadora de volei Carol Gattaz, que conquistou uma medalha aos 40 anos em Tóquio 2020.[7]
Além das medalhas olímpicas tradicionais, um brasileiro também recebeu a Medalha Pierre de Coubertin, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, honraria de exceção outorgada pelo Comitê Olímpico Internacional.
Há ainda os medalhistas em esportes de demonstração, ou esportes de exibição, em que seus resultados não são computados pelo COI para o quadro geral de medalhas, porém os atletas que vão ao pódio são agraciados com medalhas de modelo idêntico ao da edição, porém em tamanho reduzido, com 3/4 das dimensões das medalhas oficiais. É o caso do tênis nos Jogos Olímpicos de Verão de 1968, com a brasileira Suzana Petersen que competiu nas duplas com a equatoriana María Eugenia Guzmán e com o soviético Teimuraz Kakulia, conquistando três medalhas de bronze ao terminar na terceira posição nas três modalidades (simples, duplas femininas e duplas mistas)[9] e do voleibol de praia nos Jogos Olímpicos de Verão de 1992,[10] com as duplas brasileiras do masculino Eduardo Garrido e Roberto Moreira, conseguindo a medalha de prata[11] e André Lima e Guilherme Marques a de bronze. No feminino, a dupla Roseliana Santos e Roseli Ana Timm terminou com a medalha de bronze
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Marcador: Eventos
CT Nº 191 – BOA NOITE
Catharanthus roses
Bastante difundida em todo o Ceará. Cultivada em jardineiras, bordaduras e canteiros, com muito sol. Raizes e folhas febrifugasem infusão. Cosmopolita Tropical.
Catharanthus roseus ou vinca-de-madagáscar, também como vinca-de-gato, simplesmente como vinca, também boa-noite, beijo da mulata e maria-sem-vergonha é uma pequena planta endêmica de Madagáscar.[1] Em Madagáscar esta espécie encontra-se em processo de extinção devido a queima de seu habitat natural para a expansão da agricultura local. Não obstante, a vinca-de-madagáscar é cultivada em muitas regiões que apresentam clima tropical e subtropical, ocorrendo um processo de naturalização a estes novos lugares.[2]
C. roseus é uma planta amplamente estudada pela medicina, devido à sua produção de alcalóides bisindólicos encontrados nas suas folhas que, quando extraídos e purificados, são utilizados no tratamento de vários tipos de cânceres e diabetes[3], e também por possuírem propriedades anti-inflamatórias. Por outro lado, sua seiva é extremamente tóxica e não deve ser consumida.[4]
De floração anual, esta espécie é perene. Suas flores actinomorfas possuem cinco pétalas, de variadas cores. As folhas são opostas, brilhantes e ovaloides, medindo cerca de 2,5 a nove centímetros de comprimento e um a 3,5 centímetros de largura. Os frutos são pares de folículos de dois a quatro centímetros de comprimento e três milímetros de largura. A vinca-de-madagáscar é uma planta que se adapta muito bem ao calor e a luz solar direta, sendo muito resistente a seca por um período menor de um ano.https://pt.wikipedia.org/wiki/Catharanthus_roseus#cite_note-Floridata-5
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Marcador: Flores
Dois cartões
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
CT Nº 190 – 2º GP BRASIL FÓRMULA INDY 1997 – RIO DE JANEIRO
A IndyCar Series, atualmente conhecida como NTT IndyCar Series por razões de patrocínio,[1][2] (br: Fórmula Indy) é a principal categoria de automobilismo de monopostos sancionada da IndyCar. A categoria foi fundada na temporada de 1996 como Indy Racing League (IRL) pelo empreendedor Tony George (que foi sancionada pela USAC até 1997, a seguir depois disso o corpo de sanção é a IndyCar até os dias atuais), proprietário do Indianapolis Motor Speedway, após a dissidência com a CART por uma série de fatores, em 1996, o último vencedor pré-dissidência nas 500 Milhas de Indianápolis do ano anterior seria Jacques Villeneuve (pela Team Green), que se transferiu para a temporada de 1996 da Fórmula 1, baseada no continente europeu.
A reunificação das duas categorias (a então IRL e a Champ Car) além das categorias anteriores como a AAA e a USAC, ocorreu na temporada de 2008.
A partir da temporada de 2015 o calendário da IndyCar Series tem suas pistas divididas em três estilos: 1/3 das corridas seriam para circuitos ovais (que são tradicionais desde a década de 1910, subdivididas em ovais curtos e ovais longos) somados com 1/3 para os circuitos mistos e com mais 1/3 para os circuitos de rua, aproximadamente.
A corrida mais prestigiosa da IndyCar Series são as 500 Milhas de Indianápolis (realizadas desde 1911 no circuito oval, durante o mês de maio), que possuem regras de classificação distintas e número de inscritos maiores.
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Marcador: Eventos
CT Nº 189 – MUSEU PAULISTA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (MUSEU DO IPIRANGA)
Edifício do Museu
Museu Paulista da Universidade de São Paulo, também conhecido como Museu do Ipiranga ou Museu Paulista, é o museu público mais antigo da cidade de São Paulo, cuja sede é um monumento-edifício que faz parte do conjunto arquitetônico do Parque da Independência.[4] É o mais importante museu da Universidade de São Paulo e um dos mais visitados da capital paulista.[5]
O museu foi inaugurado oficialmente em 7 de setembro de 1895 com o nome Museu de História Natural.[6] Este importante símbolo da Independência do Brasil está vinculado à Universidade de São Paulo desde 1963, como uma instituição científica, cultural e educacional que exerce pesquisa, ensino e extensão com atuação no campo da História.
É responsável por um grande acervo de objetos, mobiliário e obras de arte com relevância histórica, especialmente aquelas que possuem alguma relação com a independência do Brasil e o período histórico correspondente. Uma das obras mais conhecidas de seu acervo é o quadro "Independência ou Morte", pintado pelo artista Pedro Américo, em 1888, recebendo em média 350 mil visitas anuais.[7] Além de exposições, as atividades do Museu do Ipiranga se estendem por meio de programas educativos, como cursos e pesquisas científicas que fazem uso dos recursos humanos e do acervo permanente da instituição. A ampliação de coleções se faz por meio de doações ou aquisições e parte importante das atividades desenvolvidas no museu envolve a conservação física, estudo e documentação do acervo.
Em 1922, no período do Centenário da Independência, formaram-se novos acervos, principalmente abrangendo assuntos da História de São Paulo, e executaram a decoração interna do edifício, contando com pinturas e esculturas no Saguão, na Escadaria e no Salão Nobre que apresentassem a História do Brasil, para assim reforçar a instituição como um símbolo histórico brasileiro. Foi nesta época que se instalou o Museu Republicano “Convenção de Itu”, uma extensão do Museu Paulista no interior do Estado de São Paulo. Desde agosto de 2013, o museu está fechado ao público "para obras, restauros e reparos" após um estudo apontar que a estrutura do prédio estava abalada. A previsão de reabertura é para o ano de 2022, como parte das comemorações do bicentenário da Independência.https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Ipiranga#cite_note-8
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Série: Museus
Marcador: Edificações
CT Nº 188 – CENTENÁRIO DA GUERRA DOS CANUDOS
Guerra de Canudos ou Campanha de Canudos[1] foi um conflito armado que envolveu o Exército Brasileiro e membros da comunidade sócio-religiosa liderada por Antônio Conselheiro, em Canudos, no interior do estado da Bahia. Os confrontos ocorreram entre 1896 e 1897, com a destruição da comunidade e a morte da maior parte dos 25 000 habitantes de Canudos.
A região, historicamente caracterizada por latifúndios improdutivos, secas cíclicas e desemprego crônico, passava por uma grave crise econômica e social. Milhares de sertanejos partiram para Canudos, cidadela liderada pelo peregrino Antônio Conselheiro, unidos na crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.
Os grandes fazendeiros da região, unindo-se à Igreja, iniciaram um forte grupo de pressão junto à República recém-instaurada, pedindo que fossem tomadas providências contra Antônio Conselheiro e seus seguidores. Criaram-se rumores de que Canudos se armava para atacar cidades vizinhas e partir em direção à capital para depor o governo republicano e reinstalar a Monarquia.
Apesar de não haver nenhuma prova para estes rumores, o Exército foi mandado para Canudos.[2] Três expedições militares contra Canudos saíram derrotadas, o que apavorou a opinião pública, que acabou exigindo a destruição do arraial, dando legitimidade ao massacre de até vinte mil sertanejos. Além disso, estima-se que cinco mil militares tenham morrido. A guerra terminou com a destruição total de Canudos, a degola de muitos prisioneiros de guerra, e o incêndio de todas as casas do arraial.
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Marcador: Eventos
CT Nº 187 – MUSEU PAULISTA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (MUSEU DO IPIRANGA)
Exposição: Sala de Dona Olga
Museu Paulista da Universidade de São Paulo, também conhecido como Museu do Ipiranga ou Museu Paulista, é o museu público mais antigo da cidade de São Paulo, cuja sede é um monumento-edifício que faz parte do conjunto arquitetônico do Parque da Independência.[4] É o mais importante museu da Universidade de São Paulo e um dos mais visitados da capital paulista.[5]
O museu foi inaugurado oficialmente em 7 de setembro de 1895 com o nome Museu de História Natural.[6] Este importante símbolo da Independência do Brasil está vinculado à Universidade de São Paulo desde 1963, como uma instituição científica, cultural e educacional que exerce pesquisa, ensino e extensão com atuação no campo da História.
É responsável por um grande acervo de objetos, mobiliário e obras de arte com relevância histórica, especialmente aquelas que possuem alguma relação com a independência do Brasil e o período histórico correspondente. Uma das obras mais conhecidas de seu acervo é o quadro "Independência ou Morte", pintado pelo artista Pedro Américo, em 1888, recebendo em média 350 mil visitas anuais.[7] Além de exposições, as atividades do Museu do Ipiranga se estendem por meio de programas educativos, como cursos e pesquisas científicas que fazem uso dos recursos humanos e do acervo permanente da instituição. A ampliação de coleções se faz por meio de doações ou aquisições e parte importante das atividades desenvolvidas no museu envolve a conservação física, estudo e documentação do acervo.
Em 1922, no período do Centenário da Independência, formaram-se novos acervos, principalmente abrangendo assuntos da História de São Paulo, e executaram a decoração interna do edifício, contando com pinturas e esculturas no Saguão, na Escadaria e no Salão Nobre que apresentassem a História do Brasil, para assim reforçar a instituição como um símbolo histórico brasileiro. Foi nesta época que se instalou o Museu Republicano “Convenção de Itu”, uma extensão do Museu Paulista no interior do Estado de São Paulo. Desde agosto de 2013, o museu está fechado ao público "para obras, restauros e reparos" após um estudo apontar que a estrutura do prédio estava abalada. A previsão de reabertura é para o ano de 2022, como parte das comemorações do bicentenário da Independência.https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Ipiranga#cite_note-8
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Série: Museus
Marcador: Edificações
CT Nº 186 – 204º CÍRIO DE NAZARÉ
Fiéis na corda – Belém-PA – Outubro 96
O Círio de Nazaré é uma manifestação religiosa católica em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, que ocorre na capital Belém, no estado brasileiro do Pará, em Macapá, capital do estado do Amapá e em Rio Branco, capital do estado do Acre.[1][2] Celebrado anualmente desde 1793, no segundo domingo de outubro, reunindo cerca de dois milhões de pessoas em todas as romarias e procissões. Uma devoção religiosa, herdada dos colonizadores portugueses - em Portugal é celebrado no dia 8 de setembro na vila de Nazaré.[3]
Em outras regiões, devido a migração de paraenses, acabaram criando procissões para sentirem-se próximos de Belém, por meio do ato de Fé. No Brasil, no início, era uma romaria vespertina e até mesmo noturna, daí o uso de velas. No ano de 1854, para evitar a repetição da chuva torrencial como a que havia caído no ano anterior, a procissão passou a ser realizada pela manhã.
O Círio foi instituído em 1793 em Belém do Pará[3] e, até 1882, saía do Palácio do Governo. Em 1882, o bispo D. Antônio de Macedo Costa, em acordo com o Presidente da Província, Justino Ferreira Carneiro, instituiu que a partida do Círio seria da Catedral da Sé, em Belém.
O Círio é a maior manifestação católica do Brasil - e um dos maiores eventos do mundo -, reunindo mais de dois milhões de pessoas em uma só manhã.[4][5] Sendo, em 2004, reconhecido como patrimônio cultural imaterial pelo Iphan e, em dezembro de 2013, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Marcador: Eventos
Dois cartões
CT Nº 185 – BUMBA MEU BOI
Principal tradição folclórica do Maranhão, manifestada durante as festas de São João e São Pedro.
Bumba meu boi ou boi-bumbá[1] é uma festa do folclore popular brasileiro, com personagens humanos e animais fantásticos, que gira em torno de uma lenda sobre a morte e ressurreição de um boi.[1][2]
Em diversas cidades do Brasil, especialmente no Norte e no Nordeste mas também em algumas do Sudeste, existem agremiações chamadas de "bois" que realizam cortejos ou outros tipos de apresentações utilizando a figura do animal, tendo muitas vezes caráter competitivo.
A festa tem ligações com diversas tradições, africanas, indígenas e europeias, inclusive com festas religiosas católicas, sendo associada fortemente ao período de festas juninas.[3]
Embora com gênese no Piauí[4], e tido um de seus primeiros registros em Pernambuco, é mais popular no Maranhão. O bumba meu boi maranhense recebeu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) o título de Patrimônio Cultural do Brasil, e o de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.[5][6]
Ao espalhar-se pelo país, a manifestação adquire nomes, ritmos, formas de apresentação, indumentárias, personagens, instrumentos, adereços e temas diferentes. Em Pernambuco é chamado boi-calemba ou bumbá; no Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas e Piauí é chamado bumba meu boi; no Ceará, é boi de reis, boi-surubim e boi-zumbi; na Bahia é boi-janeiro, boi-estrela-do-mar e mulinha-de-ouro; em Minas Gerais e no Rio de Janeiro é bumba ou folguedo-do-boi; no Espírito Santo é boi de reis; em São Paulo é boi de jacá e dança-do-boi; no Pará, Rondônia e Amazonas é boi-bumbá;[2] no Paraná e em Santa Catarina é boi-de-mourão ou boi-de-mamão;[2] e no Rio Grande do Sul é bumba, boizinho ou boi-mamão.
Fonte: https://pt.wikipedia.org
Marcador: Eventos
Dois cartões
CT Nº 184 – TAMANDUÁ-MAMBIRA
Mamífero exótico que tem como característica marcante a alimentação baseada nos mais diversos tipos de insetos.
Foto: Maurício Albano
Série: Animais Exóticos
Marcador: Animais
CT Nº 183 – REITORIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
O antigo solar da família Gentil, construído por volta de 1918, é um marco do estilo neoclássico, em Fortaleza.
Em 1956, o solar passou a propriedade da UFC, que lá instalou a sua reitoria.
Foto: Henrique Martins
Série: TELECEARÁ – CULTURA
Marcador: Edificações
CT Nº 182 – RAPOSA – CERDOCYON THOUS
Animal caçado indiscriminadamente por atacar os galinheiros, ação feita devido a destruição do seu habitat natural pelo homem.
Foto: Maurício Albano
Série: Animais Exóticos
Marcador: Animais
CT Nº 181 – MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO – MASP
Fundado em 1947 por Assis Chateaubrind e Pietro Maria Bardi – São Paulo-SP
O Museu de Arte de São Paulo é um museu privado sem fins lucrativos, fundado em 1947 pelo empresário e mecenas Assis Chateaubriand (1892-1968), tornando-se o primeiro museu moderno no país. Chateaubriand convidou o crítico e marchand italiano Pietro Maria Bardi (1900-1999) para dirigir o MASP, e Lina Bo Bardi (1914-1992) para desenvolver o projeto arquitetônico e expográfico. Mais importante acervo de arte europeia do Hemisfério Sul, hoje a coleção do MASP reúne mais de 11 mil obras, incluindo pinturas, esculturas, objetos, fotografias, vídeos e vestuário de diversos períodos, abrangendo a produção europeia, africana, asiática e das Américas.
Primeiramente instalado na rua 7 de Abril, no centro da cidade, em 1968 o museu foi transferido para a atual sede na avenida Paulista, icônico projeto de Lina Bo Bardi, que se tornou um marco na história da arquitetura do século 20. Com base no uso do vidro e do concreto, Lina Bo Bardi concilia em sua arquitetura as superfícies ásperas e sem acabamentos com leveza, transparência e suspensão. A esplanada sob o edifício, conhecida como “vão livre”, foi pensada como uma praça para uso da população.
A radicalidade da arquiteta também se faz presente nos cavaletes de cristal, criados para expor a coleção no segundo andar do edifício. Ao retirar as obras das paredes, os cavaletes questionam o tradicional modelo de museu europeu, no qual o espectador é levado a seguir uma narrativa linear sugerida pela ordem e disposição das obras nas salas. No espaço amplo da pinacoteca do MASP, a expografia suspensa e transparente permite ao público um convívio mais próximo com o acervo uma vez que ele pode escolher o seu percurso entre as obras, contorná-las e visualizar o seu verso.
Além da mostra de longa duração de seu Acervo em transformação na pinacoteca do museu, realiza-se ao longo do ano uma ampla programação de exposições coletivas e individuais que se articulam em torno de eixos temáticos: as histórias da sexualidade (2017), as histórias afroatlânticas (2018), as histórias feministas/histórias das mulheres (2019). É importante levar em consideração o termo plural “histórias” que aponta para histórias múltiplas, diversas e polifônicas, histórias abertas, inconstantes e em processo, histórias em fragmentos e em camadas, histórias não totalizantes nem definitivas. “Histórias”, em português, afinal, abarca tanto a ficção quanto a não ficção, as narrativas pessoais e políticas, privadas e públicas, micro e macro.
Toda essa aproximação reflete a nova missão do museu, estabelecida em 2017: “O MASP, museu diverso, inclusivo e plural, tem a missão de estabelecer, de maneira crítica e criativa, diálogos entre passado e presente, culturas e territórios, a partir das artes visuais. Para tanto, deve ampliar, preservar, pesquisar e difundir seu acervo, bem como promover o encontro entre públicos e arte por meio de experiências transformadoras e acolhedoras”.
O calendário de exposições é complementado pelos programas públicos desenvolvidos pelo núcleo de mediação e inclui seminários internacionais, palestras realizadas mensalmente no primeiro sábado de cada mês, o programa MASP professores, oficinas, cursos no MASP escola e programação de filmes e vídeos. Para ampliar e perenizar a discussão em torno de toda essa programação, o museu edita uma série de publicações incluindo catálogos das exposições, dos acervos, e antologias dos seminários e palestras, bem como de projetos especiais como restauros de obras.
Fonte: https://masp.org.br
Série: Museus
Marcador: Edificações
Assinar:
Postagens (Atom)














