quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

CT Nº 460 - PANORAMA DE QUIXERAMOBIM


Município cearense cuja denominação é de origem indígena, não sabendo ao certo de qual tribo. Por esse motivo possui diversos significados como: Pássaro verde, carne gorda e serrote d’agua.
Quixeramobim é um município brasileiro do estado do Ceará. É a segunda cidade mais populosa do sertão central, com uma população de 81.778 habitantes em 2020 e a primeira mais rica. Ocupa a 13ª posição no ranking de cidades mais populosas cearenses.
O volume 16º da Enciclopédia dos Municípios Brasileiros conta que, segundo a tradição, os primitivos habitantes da região eram os índios quixarás. Os primeiros descendentes de europeus que penetraram aquelas terras vieram do Jaguaribe, seguindo o Rio Banabuiú eram membros das famílias Correia Vieira e Rodrigues Machado, que ali se estabeleceram com fazendas de criar. A povoação parece ter nascido precisamente dessas fazendas.[5]
Em 7 de novembro de 1702, o Capitão-mor Francisco Gil Ribeiro, governador da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, concedeu as primeiras sesmarias às margens do Rio Ibu, nome pelo qual os indígenas daquela época chamavam o atual Rio Quixeramobim.
Dentre as sesmarias concedidas, uma coube ao alferes Francisco Ribeiro de Sousa, cujas terras passaram, posteriormente, a Gil de Miranda e sua mulher Ângela de Barros, bem como ao padre Antônio Rodrigues Frazão. Aos segundos possuidores, comprou-as o Capitão Antônio Dias Ferreira, português, natural da cidade do Porto e nelas fundou a fazenda "Boqueirão de Santo Antônio", iniciando, em 1730, nesse local, a construção de uma capelinha da qual veio a se tornar orago o taumaturgo Santo Antônio de Pádua, mais tarde Santo Antônio de Quixeramobim.[5]
Antônio Dias Ferreira tornou-se elemento de fortuna avultada, possuindo vinte léguas de terras, a começar do lugar Espírito Santo, além de Boa Viagem, até a barra do Sitiá, onde tinha grandes fazendas de cavalos e mulas, com feitorias de escravos de Angola. O rico devoto, construindo aquele templo, o fez com empenho e magnificência, até mandando vir artistas de Portugal.
À referida capela, o capitão Antônio Dias Ferreira doou meia légua de terras "com trinta vacas cituadas", tendo custeado, ainda, as grandes reformas por que passou aquele templo.
Em 15 de novembro de 1755, esse templo é elevado à categoria de matriz, com a criação da paróquia, por provisão do religioso carmelita Frei Manuel de Jesus Maria, autorizado pelo bispo de Pernambuco, D. Francisco Xavier Aranha.
Em 22 de fevereiro de 1789, o governador de Pernambuco, D. Tomás José de Melo, em face da Carta Régia de 22 de julho de 1766, autoriza ao Dr. Manuel de Magalhães Pinto e Avelar de Barbedo, ouvidor-geral da comarca do Ceará, a elevar à categoria de vila a então povoação de Santo Antônio do Boqueirão de Quixerarnobim, instalando-se o município no dia 13 de junho de 1789, com a denominação de Nova Vila do Campo Maior.[5]
A casa da câmara, de estilo colonial, teve sua construção iniciada em 1818, concluindo-se os trabalhos em 1857.
Compunham a primeira câmara municipal: juízes ordinários - sargento-mor José Pimenta de Aguiar e capitão-mor Antônio Pinto Borges; vereadores - José dos Santos Lessa, Antônio José Fernandes do Amaral e Antônio das Virgens Lisboa; procurador - Domingos de Carvalho Andrade; e juiz de órfãos - tenente-general Vicente Alves da Fonseca.
A Confederação do Equador, no Ceará, teve início em Quixeramobim, quando a Câmara Municipal, no dia 9 de janeiro de 1824, declara decaída a Dinastia Bragantina e proclama uma República, como represália à atitude de Dom Pedro I em dissolver a Assembleia Constituinte e querer outorgar ao País uma constituição sem anuência do povo brasileiro.
A primeira escola pública de meninos, criada pela Lei Nº 1827, tinha como primeiro professor a Pedro Jaime de Alencar Araripe; a escola, para meninas, era dirigida pela professora Joana Antônio do Sacramento.
Na terceira década do Século XIX o município foi palco de terríveis lutas, entre Araújos e Maciéis, descritas em Os Sertões, de Euclides da Cunha, ao registrar antecedentes da família de Antônio Conselheiro.
No último quartel do Século XVIII, o tenente-general Vicente Alves da Fonseca construiu, nas terras de sesmarias do riacho Pirabibu, que lhe foram concedidas pelo capitão-mor João Teyve Barreto de Menezes, em 23 de novembro de 1744, o primeiro açude público do Ceará.[5]
A Nova Vila do Campo Maior, pela Lei Nº 770, de 14 de agosto de 1856, adquiriu foros de cidade, com a simples denominação de Quixeramobim. O primeiro prefeito foi Dr. Cornélio José Fernandes de 1888 a 1891.
A partir de 1857 o templo de Santo Antônio, não obstante a reforma que lhe fez, em 1789, o capitão Narciso Gomes da Silva, natural do Cabo (Pernambuco), já não comportava o número de fiéis que o frequentavam. Terrível febre epidêmica ocorrida na cidade não permitiu que continuasse, na penúltima década do século XIX, a necessária reforma, vindo esta a ser reiniciada em 1902, por monsenhor Salviano Pinto Brandão, entregues os trabalhos à orientação do coronel Rafael Pordeus da Costa Lima. Concluída, em 1916, a matriz, com suas duas torres e frontispício neoclássico, é um monumento de rara beleza.[5]
A comarca de Quixeramobim, instituída em 6 de março de 1833, teve como primeiro juiz de direito o Dr. Antônio Pereira Ibiapina, cognominado mais tarde "Apóstolo do Nordeste", pelas inúmeras obras de assistência moral e social prestadas às populações sertanejas das províncias do Ceará, Paraíba e Pernambuco.
Quixeramobim possui a alcunha "Coração do Ceará", por abrigar o ponto de equidistância geodésica do estado, localizado em um marco obelisco com cerca de dez metros de altura, na Praça Dias Ferreira, feito em granito e aço. O município está dividido em dez distritos: Belém, Encantado, Manituba, Nenelândia, Uruquê, Lacerda, Damião Carneiro, Passagens, São Miguel.
Praticamente todo o território do município está na bacia hidrográfica do rio Banabuiú, que corta a parte sul do seu território. Contudo, o principal curso d'água é o rio Quixeramobim que é um afluente do Banabuiú. É no rio Quixeramobim que estão as principais barragens do município, o açude Quixeramobim e o açude Fogareiro.
A vegetação presente em praticamente todo município é a caatinga arbustiva densa ou aberta, caracterizada pela presença de cactos e vegetação rasteira com árvores baixas e cheias de espinho. Apenas em uma pequena área no extremo sudoeste, próximo à fronteira com Pedra Branca ocorre a floresta caducifólia espinhosa, ou caatinga arbórea. Sua cobertura vegetal tem sofrido grande intervenção desde a fundação do município, através de desmatamentos e queimadas com o objetivo de preparar o solo para a agricultura e, em grande parte, para a pecuária extensiva.
O clima é semiárido, com chuvas concentradas de fevereiro a maio. O índice pluviométrico é de 713 milímetros (mm) anuais.[6] Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1984 e a partir de 1994, a menor temperatura registrada em Quixeramobim foi de 13,7 °C em 2 de agosto de 1977 e a maior atingiu 39,6 °C em 19 de outubro de 1998.[7] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 179,8 mm em 6 de março de 1936. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram: 142,4 mm em 30 de março de 1977, 137,8 mm em 7 de maio de 1936, 111,2 mm em 10 de fevereiro de 1978, 109 mm em 17 de abril de 1984 e 106,8 mm em 9 de abril de 1973.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
Marcador: Municípios Brasileiros

CT Nº 459 - AREIA COLORIDA


As areias coloridas são extraídas das falésias do litoral leste do Estado e utilizadas na confecção de garrafinhas de vidro, onde os artesões exibem toda a sua arte.
Foto: Maurício Albano
Série: Artesanato Cearense
Marcador: Artesanato

CT Nº 458 - ESTAÇÃO D.PEDRO II


Estação Terminal da Estrada de Ferro Central do Brasil. Começou a ser construída em 1936, sendo concluída em 1945. Possui um relógio de 4 faces, um dos maiores do mundo.
Fonte: Rede Ferroviária Federal?PRESERFE
Série: Estações Brasileiras
Marcador: Edificações

CT Nº 457 - BRASILSAT – PRIMEIRA GERAÇÃO


Primeira geração de satélites de comunicações domésticas do Brasil. Lançado em 8 de fevereiro de 1985 para transmitir, textos, voz e dados.
Série: Brasilsat
Marcador: Equipamentos

CT Nº 456 - ESCOLA DE AGRONIMIA DO CEARÁ – 80 ANOS – BABOSA


Coleção Fazenda experimental do Vale do Curu.
Aloe vera, mais conhecida popularmente por babosa, é uma espécie de planta suculenta do gênero Aloe. Cresce selvagem em climas tropicais ao redor do mundo e é cultivada para usos agrícolas e medicinais. Também é usada para fins decorativos e cresce com sucesso dentro de casa como uma planta em vaso.[3]
É usada em muitos produtos de consumo, incluindo bebidas, loções para a pele, cosméticos ou pomadas para pequenas queimaduras e queimaduras solares. Existem diversas evidências científicas da eficácia ou segurança dos extratos de Aloe vera, como por exemplo, para fins cosméticos ou medicinais, mas tais evidências positivas são às vezes contraditórias com outros estudos.[
Fonte: https://pt.wikipedia.org/
Foto: Henrique Martins
Série: Plantas Medicinais

CT Nº 455 - 130 HORA CERTA


Acerte o seu relógio e seja sempre pontual.
O serviço Hora Certa 130 da CTBC Telecom é um dos mais consultados pelos clientes. Isto significa confiança e credibilidade nas informações que são prestadas pelo Observatório Nacional do Rio de Janeiro.
Ligue agora mesmo e acerte o seu relógio.
Série: Produtos e Serviços.
Marcador: Eventos

CT Nº 454 - ÁREA DE COBERTURA CELULAR


A vida com ele fica bem mais fácil.
Área de cobertura Celular no Estado do Ceará.
Teleceará Celular.

CT Nº 453 - GATO MARACAJÁ – FELIS TIGRINA


Um dos mais hábeis predadores do Ceará, este belo felino que alimenta-se de aves e roedores encontra-se em extinção. A caça discriminada em busca da sua pele cobiçada, está reduzindo drasticamente o seu habitat.
Série: Animais Exóticos

CT Nº 452 - CAMALEÃO


Chama a atenção pelas belas cores e o seu poder de camuflagem. Mas ele tem um outro talento: a língua de 30 centímetros que é uma das mais rápidas da natureza. Num centésimo de segundo, ela salta da boca para capturar os insetos. A presa não tem como escapar – grudado pela saliva pegajosa, o inseto vai parar entre as potentes mandibulas do réptil.
Foto: Maurício Albano

CT Nº 451 - COCHILO


Material: Terracota
No mundo do faz-de-conta,
Tudo pode acontecer,
Até um anjo da guarda
Chupar dedo e adormecer.
Esculturas de Ana Maria Zaremba
Série: A Arte do Faz-de-Conta